6.º Domingo do Tempo Comum | 15 de fevereiro de 2026
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Depois das bem-aventuranças e de afirmar que os discípulos são sal e luz, Jesus concretiza a forma de viver de quem acolhe a Palavra e se torna construtor do «Reino». No Evangelho deste domingo, temos quatro indicações concretas: na relação com as outras pessoas, não apenas «não matar», mas construir uma relação no perdão, na não-violência, na compreensão; não apenas «não cometer adultério», mas educar o coração e a ação, a partir do seu mais íntimo, para o respeito pelo outro e pelas opções assumidas; não cultivar aquilo que possa separar os esposos na sua relação, mas procurar trazer para a vida a imagem e semelhança de Deus, tal como a pessoa foi criada; não levantar qualquer suspeita, de tal forma que a palavra dada seja honrada em todo o momento.
Na proposta de Jesus não se trata de ter uma lista do que se pode ou não fazer, do que é ou não é pecado, mas assumir uma atitude interior de relação com Deus que passe para a vida concreta: uma lei que se vive por dentro, e por isso se torna também exterior.
A Ascensão não é ausência, mas plenitude
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