21 de junho de 2026 | 12.º Domingo do Tempo Comum
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode ocorrer ao olharmos para a nossa pequenez e fragilidade. Mas não há que temer. Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras onde nos repete "não temais", mas sobretudo através da sua vida.
Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto dos cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão simbólica no Evangelho deste domingo. Uma imagem que nos fala destes mais pequenos pormenores de nós mesmos que apenas Deus, porque ama infinitamente, conhece plenamente em nós. Reforçada com a imagem passarinhos que, sendo preciosos para o Pai, o seu valor em nada se compara com a humanidade: "Não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos".
A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Ele nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos com uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável.
Paróquia de Amor
A certeza de um amor infinito
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Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 19 de junho de 2026
sábado, 13 de junho de 2026
Envolvidos no amor de Deus pelo mundo
14 de junho de 2026 | 11.º Domingo do Tempo Comum
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Catequese e Escutismo juntos a celebrar um ano de atividades
No domingo, 14 de junho, a partir das 9h45, nos Barreiros, Catequese e Escutismo juntam-se para celebrar o ano de atividades que se aproxima do tempo de pausa para férias.
As atividades têm início pelas 9h45, haverá a celebração a missa às 11h30, e às 13h o almoço partilhado. Pelo meio, tempo para brincar, jogar, conversar e conviver à volta dos "nossos" santos. Crianças, adolescentes, jovens, familiares, pais e avós, todos convidados para este dia de festa na Paróquia.
sábado, 30 de maio de 2026
Jesus passa e chama
7 de junho de 2026 | 10º Domingo do Tempo Comum
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É célebre o quadro de Caravaggio, que se encontra na igreja de São Luís dos Franceses, em Roma, que retrata o momento do chamamento de Mateus. Em cena, seguindo os raios da luz, entra Jesus com Pedro, apontando ambos com a mão (que recorda a mão criadora de Deus no teto da capela Sistina) para uma mesa onde se encontram várias personagens. Os pés de Jesus já se encontram em movimento de saída, quase que exigindo uma resposta determinada e radical. A janela, por cima do seu gesto, mais que revelar uma paisagem exterior, ou a entrada de luz, parece querer fixar-nos na cruz que está no horizonte de quem chama e de quem é chamado.
Entre as personagens sentadas à mesa, ocupadas com as moedas e os registos próprios de um cobrador de impostos, perguntamo-nos quem será o chamado… A opção recai habitualmente para aquele que além de olhar para Jesus, aponta para si mesmo como que a perguntar «Quem, eu?», entre o espanto e a necessidade de uma resposta, naquele momento em que está metido com as suas ocupações e preocupações habituais.
A presença de Jesus como que desconserta a vida quotidiana daquele grupo, trazendo-lhe uma luz nova, que se contrapõe às trevas que enchem grande parte da pintura. Aquele é o preciso momento do chamamento. Esse encontro que desconserta, quando Jesus entra na vida concreta de Mateus e o faz compreender que, também para ele, é possível uma vida nova, seguindo Jesus.
Do texto de Mateus, que escutamos neste domingo, sabemos que a resposta foi imediata. Que se seguiu um banquete que certamente marcou um recomeço, e que à mesa de Mateus e dos seus amigos, Jesus vem reforçar aquilo que sempre esteve presente na história de cada chamamento, também do nosso: o encontro com o Deus da misericórdia, que vem acompanhar aqueles que, percebendo a sua fragilidade, se dispõem a seguir Jesus, sabendo que Ele vai à frente, e que não veio para chamar os justos mas os pecadores. Ser discípulo, seguir Jesus, é aceitar ser re-criado por Ele (sinal da mão), deixar-se acompanhar por outros, em Igreja (na presença de Pedro), tomando a cruz de cada dia (a janela), deixando-se iluminar por Cristo (fonte de luz), aceitando que não somos perfeitos, mas infinitamente amados e perdoados, sabendo que Ele segue à frente.
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É célebre o quadro de Caravaggio, que se encontra na igreja de São Luís dos Franceses, em Roma, que retrata o momento do chamamento de Mateus. Em cena, seguindo os raios da luz, entra Jesus com Pedro, apontando ambos com a mão (que recorda a mão criadora de Deus no teto da capela Sistina) para uma mesa onde se encontram várias personagens. Os pés de Jesus já se encontram em movimento de saída, quase que exigindo uma resposta determinada e radical. A janela, por cima do seu gesto, mais que revelar uma paisagem exterior, ou a entrada de luz, parece querer fixar-nos na cruz que está no horizonte de quem chama e de quem é chamado.
Entre as personagens sentadas à mesa, ocupadas com as moedas e os registos próprios de um cobrador de impostos, perguntamo-nos quem será o chamado… A opção recai habitualmente para aquele que além de olhar para Jesus, aponta para si mesmo como que a perguntar «Quem, eu?», entre o espanto e a necessidade de uma resposta, naquele momento em que está metido com as suas ocupações e preocupações habituais.
A presença de Jesus como que desconserta a vida quotidiana daquele grupo, trazendo-lhe uma luz nova, que se contrapõe às trevas que enchem grande parte da pintura. Aquele é o preciso momento do chamamento. Esse encontro que desconserta, quando Jesus entra na vida concreta de Mateus e o faz compreender que, também para ele, é possível uma vida nova, seguindo Jesus.
Do texto de Mateus, que escutamos neste domingo, sabemos que a resposta foi imediata. Que se seguiu um banquete que certamente marcou um recomeço, e que à mesa de Mateus e dos seus amigos, Jesus vem reforçar aquilo que sempre esteve presente na história de cada chamamento, também do nosso: o encontro com o Deus da misericórdia, que vem acompanhar aqueles que, percebendo a sua fragilidade, se dispõem a seguir Jesus, sabendo que Ele vai à frente, e que não veio para chamar os justos mas os pecadores. Ser discípulo, seguir Jesus, é aceitar ser re-criado por Ele (sinal da mão), deixar-se acompanhar por outros, em Igreja (na presença de Pedro), tomando a cruz de cada dia (a janela), deixando-se iluminar por Cristo (fonte de luz), aceitando que não somos perfeitos, mas infinitamente amados e perdoados, sabendo que Ele segue à frente.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Pai, Filho e Espírito Santo: Deus Uno e Trino
31 de maio de 2026 | Solenidade da Santíssima Trindade
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Acreditamos que Deus está sempre ao nosso lado
Dizer, proclamar, confessar ou professar a Fé, de forma solene, como o fez o grupo de 27 adolescentes da paróquia de Amor, no domingo, dia 24 de maio, é acolher um dom, a oferta que Deus nos faz ao vir até junto de nós, e nos possibilitar viver a vida com Ele a nosso lado. A fé é a nossa resposta no encontro com o Deus que se revela, que se dá a conhecer em Jesus Cristo, o Filho que nos fala e leva ao Pai, e nos oferece o seu Espírito Santo para, com ele, pelo Batismo, também nós vivermos como filhos, pertença desta grande família que é a Igreja.
A celebração começou com um gesto significativo: cada um, ao passar pela Pia Batismal, e ao fazer uma inclinação ao local onde nasceu para a família dos filhos de Deus, marcou já o sentido batismal deste momento solene. Depois de manifestarem a sua intenção de professar a fé que nesse dia do seu batismo, foi afirmada pelos pais e padrinhos, escutaram-se as leituras da Solenidade do Pentecostes. Uma oportunidade para recordar o essencial da nossa fé: Deus Pai, que nos ama tanto, enviou-nos o seu Filho Jesus, que deu a vida por nós e que, ressuscitado, sopra o seu Espírito para nos reunir como Igreja, a família dos filhos de Deus, e assim podemos viver na alegria de nos sabermos envolvidos pelo fogo do seu amor que nos acompanha e está sempre a nosso lado, mais, que está sempre em nós como este sopro de vida que Jesus derramou sobre os discípulos.
A força deste amor vive-se em toda a vida, e também no amor partilhado em família, como o manifestou um casal, o Lício e a Patrícia, que quis celebrar as suas bodas matrimoniais neste dia, fazendo também a sua profissão de fé no Amor de Deus que acolheram no sacramento do Matrimónio.
Seguiu-se, então, a Profissão Solene da Fé: com as velas batismais acesas no Círio Pascal, cada um pode dizer o seu "Sim, creio!" em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. A fé batismal afirmada agora por cada um, selada com a aspersão da água batismal que terminou este momento.
A celebração continuou, com uma marca especial para dois dos adolescentes que, nesse dia, participaram plenamente na Eucaristia pela sua primeira, pela Comunhão de Jesus no Pão da Eucaristia, e, por fim, com um ato de louvor pelo momento vivido em Igreja: Obrigado, Jesus! Nós acreditamos que nos amas, deste a vida por nós, e vives, ressuscitado, sempre a nosso lado!
A celebração começou com um gesto significativo: cada um, ao passar pela Pia Batismal, e ao fazer uma inclinação ao local onde nasceu para a família dos filhos de Deus, marcou já o sentido batismal deste momento solene. Depois de manifestarem a sua intenção de professar a fé que nesse dia do seu batismo, foi afirmada pelos pais e padrinhos, escutaram-se as leituras da Solenidade do Pentecostes. Uma oportunidade para recordar o essencial da nossa fé: Deus Pai, que nos ama tanto, enviou-nos o seu Filho Jesus, que deu a vida por nós e que, ressuscitado, sopra o seu Espírito para nos reunir como Igreja, a família dos filhos de Deus, e assim podemos viver na alegria de nos sabermos envolvidos pelo fogo do seu amor que nos acompanha e está sempre a nosso lado, mais, que está sempre em nós como este sopro de vida que Jesus derramou sobre os discípulos.
A força deste amor vive-se em toda a vida, e também no amor partilhado em família, como o manifestou um casal, o Lício e a Patrícia, que quis celebrar as suas bodas matrimoniais neste dia, fazendo também a sua profissão de fé no Amor de Deus que acolheram no sacramento do Matrimónio.
Seguiu-se, então, a Profissão Solene da Fé: com as velas batismais acesas no Círio Pascal, cada um pode dizer o seu "Sim, creio!" em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. A fé batismal afirmada agora por cada um, selada com a aspersão da água batismal que terminou este momento.
A celebração continuou, com uma marca especial para dois dos adolescentes que, nesse dia, participaram plenamente na Eucaristia pela sua primeira, pela Comunhão de Jesus no Pão da Eucaristia, e, por fim, com um ato de louvor pelo momento vivido em Igreja: Obrigado, Jesus! Nós acreditamos que nos amas, deste a vida por nós, e vives, ressuscitado, sempre a nosso lado!
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Deixar-se re-criar pelo sopro de Deus
24 de maio de 2026 | Domingo de Pentecostes
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Jesus sopra sobre os discípulos o seu Espírito, Aquele que é capaz de os ajudar a serem testemunhas da Sua ressurreição, construtores da paz, portadores do perdão.
O Pentecostes é a certeza dAquele que não se vê mas que faz sentir a força da sua vida nos que acolhem o desafio de serem continuadores da ação do próprio Jesus Cristo: é o seu «sopro», o seu «hálito vital», é como que a vida de Cristo ressuscitado que é soprado sobre os discípulos. E este «sopro divino», à semelhança do primeiro sopro que dá vida ao homem formado da argila, agora recria aqueles que ousam deixar-se habitar por Deus.
É este sopro que Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta como Aquele que se faz escutar como forte rajada de vento e, como que em línguas de fogo, desce sobre os discípulos e lhes dá uma vitalidade até ali desconhecida.
A vitalidade da Igreja, e a vitalidade de cada um de nós, vem deste «Senhor que dá a vida».
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Jesus sopra sobre os discípulos o seu Espírito, Aquele que é capaz de os ajudar a serem testemunhas da Sua ressurreição, construtores da paz, portadores do perdão.
O Pentecostes é a certeza dAquele que não se vê mas que faz sentir a força da sua vida nos que acolhem o desafio de serem continuadores da ação do próprio Jesus Cristo: é o seu «sopro», o seu «hálito vital», é como que a vida de Cristo ressuscitado que é soprado sobre os discípulos. E este «sopro divino», à semelhança do primeiro sopro que dá vida ao homem formado da argila, agora recria aqueles que ousam deixar-se habitar por Deus.
É este sopro que Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta como Aquele que se faz escutar como forte rajada de vento e, como que em línguas de fogo, desce sobre os discípulos e lhes dá uma vitalidade até ali desconhecida.
A vitalidade da Igreja, e a vitalidade de cada um de nós, vem deste «Senhor que dá a vida».
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