Partidas de três Caminheiras

A Celebração da Eucaristia de domingo, dia 20 de setembro, foi vivida com especial emoção pela Maria, a Francisca e Maria Inês: as três Cam...

Calendário da Paróquia de Amor

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Partidas de três Caminheiras

A Celebração da Eucaristia de domingo, dia 20 de setembro, foi vivida com especial emoção pela Maria, a Francisca e Maria Inês: as três Caminheiras que pediram ao Clã a sua Partida. O momento em que se reconhece o caminho feito no Agrupamento ao longo dos vários anos (e todas elas entraram enquanto Lobitas), e se confia que se pode reconhecer que, nelas, se realiza o sentido de todo o Escutismo: o assumir das próprias responsabilidades na comunidade enquanto cidadão comprometido na construção de um mundo melhor, e o desafio de seguir sempre Jesus Cristo, o Homem Novo, ideal de cada Caminheiro.

No final da celebração da manhã de domingo, na igreja paroquial de Amor, as três Caminheiras foram recebendo os vários símbolos da IV, com os quais se foi recordado o caminho feito: de mochila às costas, sinal da prontidão para partir e servir, e vara bifurcada na mão, com a vontade de fazer as escolhas certas nas bifurcações da vida, receberam na mochila a tenda, símbolo da prontidão, lugar para descansar e refletir, mas também o pão, alimento e sinal do esforço e solidariedade. Na vara foi colocada a luz, a vela acesa, o fogo que é sinal do próprio Espirito que se quer deixar iluminar as escolhas a fazer. Por fim, o Projeto Pessoal de Vida: expressão do que se deseja construir com a vida, e abertura para as novidades que a vida irá oferecer.

A Partida é o momento mais importante da vida de um Escuteiro: saber que o tempo vivido na aprendizagem lança agora para o compromisso no mundo. Fazê-lo na Comunidade, é assumir esse desafio diante de todos, confiando na ajuda sempre necessária para, juntos «deixar o mundo sempre melhor do que o encontrámos».

ACADIR 2026 reúne dirigentes do 1166 no CEO

Os Dirigentes do Agrupamento de Escuteiros do CNE 1166 - Amor estiveram em atividade de 11 a 13 de setembro, no Campo Escutista do Oeste. Ao preparar um novo ano de atividades, este é também um momento importante de encontro, convívio e partilha entre os Dirigentes que viveram estes dias com imaginário do Principezinho, tiveram diversas atividades, jogo noturno e fogo de conselho, e terminou com a celebração da Eucaristia.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Bênção das mochilas

Convidam-se todos os alunos da paróquia e freguesia de Amor para participar numa das celebrações do próximo fim-de-semana, dias 26 e 27 de setembro, para a bênção das mochilas no início do novo ano escolar.

Deus chama a todos, até à última hora

24 de setembro de 2023 | 25º Domingo do Tempo Comum
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Na “injustiça” do proprietário da vinha, na hora do pagamento, revela-se a justiça (pois é Ele que justifica, quem salva, quem dá aquilo que, no olhar de Deus, se ajusta a cada um) de Deus que chama à salvação todos os homens, sem considerar a antiguidade na fé, os créditos, as qualidades ou os comportamentos anteriormente assumidos. A Deus interessa a forma como se acolhe o seu convite, seja qual for a "hora". Pede-nos uma transformação da nossa mentalidade, de forma a que a nossa relação com Deus não seja marcada pelo interesse, mas pelo amor e pela gratuidade.

Se concebemos o nosso encontro e serviço a Deus na base da aquisição de créditos, naturalmente que estaremos sempre em competição com os outros. Mas se vivemos procurando crescer na relação, em gratuidade e amor, então mesmo o “peso” do esforço das horas mais difíceis se torna um «jugo suave e uma carga leve». E perceber a bondade de Deus que chama a todos, até à última hora, é motivo de alegria, de agradecimento, e nunca de contestação e de inveja.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Setenta vezes sete nas contas de Deus

13 de setembro de 2026 | 24.º Domingo do Tempo Comum
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Mais que uma conta simples de resolver, esta é a expressão da total gratuitidade, da radical totalidade, falta de limites na capacidade de perdoar de Deus. Se o 7 tem o sentido da totalidade, quanto mais 70 x 7 assume uma perspetiva de plenitude, sem limites, absoluto e ilimitado.

A pergunta que Pedro faz ao Mestre aponta já para um «sem-limite» no perdão. Mas a resposta de Jesus transporta para uma lógica divida, eterna. É nessa lógica que somos convidados a entrar: experienciar e deixar-se transformar pelo acolhimento do amor de Deus para o transportar na relação com os outros.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Percurso Alpha

O Alpha é um percurso de 11 sessões que cria um espaço onde as pessoas trazem os seus amigos para conversar sobre a fé, a vida e Deus.

São sessões interativas que exploram os fundamentos da fé cristã, realizadas em um ambiente acolhedor e amigável, uma oportunidade para qualquer pessoa, independentemente das suas crenças, para fazer perguntas e explorar a fé de maneira aberta e honesta.

No dia 1 de outubro, quinta-feira, haverá um encontro de lançamento desta proposta na capela de Picassinos, Marinha Grande, onde decorrerá um novo Alpha: para esse dia, convida-se os interessados em conhecer este percurso para um jantar simples, pelas 20h. Para ser contactado basta manifestar essa intenção em paroquiadamarinhagrande.pt.

Somos responsáveis uns pelos outros

6 de setembro de 2026 | 23.º Domingo do Tempo Comum
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Na realidade atual onde parece prevalecer o culto do individualismo, onde tudo parece aceitável e tolerável, onde também a vivência da fé parece estar relegada para o campo da interioridade individual de cada um, o Evangelho deste domingo vem de novo reforçar a necessidade de “cuidarmos” uns dos outros, de nos preocuparmos com a “saúde espiritual” do outro.

Somos responsáveis não apenas por nós próprios, mas também por aqueles que temos a nosso lado. Por isso, perante uma atitude que nos possa parecer mais ofensiva, olhando-a com o olhar da caridade de Jesus, o próprio Jesus nos desafia a não ficar parados, deixando que o outro se afaste ou destrua: vai ter com ele a sós. Se não resultar, volta com mais alguns, volta a tentar sempre… Se mesmo assim não se conseguir a reconciliação, vê o outro sempre como alguém a quem és chamado a amar.

A unidade é algo de essencial, tão forte que, vivida na verdade do amor de Jesus, torna Jesus aí presente.

A fé em Deus arranca-nos necessariamente do isolamento: ela torna-nos cúmplices do mesmo Amor que se torna responsabilidade para com o outro, e este cuidar do outro não é deixar passar tudo – é advertência e correção: tarefa que não é para ser vivida como uma afirmação de superioridade ou arrogância por quem a faz, nem de inferioridade de quem a recebe, mas num espaço de mútuo crescimento na caridade.