7 de junho de 2026 | 10º Domingo do Tempo Comum
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É célebre o quadro de Caravaggio, que se encontra na igreja de São Luís dos Franceses, em Roma, que retrata o momento do chamamento de Mateus. Em cena, seguindo os raios da luz, entra Jesus com Pedro, apontando ambos com a mão (que recorda a mão criadora de Deus no teto da capela Sistina) para uma mesa onde se encontram várias personagens. Os pés de Jesus já se encontram em movimento de saída, quase que exigindo uma resposta determinada e radical. A janela, por cima do seu gesto, mais que revelar uma paisagem exterior, ou a entrada de luz, parece querer fixar-nos na cruz que está no horizonte de quem chama e de quem é chamado.
Entre as personagens sentadas à mesa, ocupadas com as moedas e os registos próprios de um cobrador de impostos, perguntamo-nos quem será o chamado… A opção recai habitualmente para aquele que além de olhar para Jesus, aponta para si mesmo como que a perguntar «Quem, eu?», entre o espanto e a necessidade de uma resposta, naquele momento em que está metido com as suas ocupações e preocupações habituais.
A presença de Jesus como que desconserta a vida quotidiana daquele grupo, trazendo-lhe uma luz nova, que se contrapõe às trevas que enchem grande parte da pintura. Aquele é o preciso momento do chamamento. Esse encontro que desconserta, quando Jesus entra na vida concreta de Mateus e o faz compreender que, também para ele, é possível uma vida nova, seguindo Jesus.
Do texto de Mateus, que escutamos neste domingo, sabemos que a resposta foi imediata. Que se seguiu um banquete que certamente marcou um recomeço, e que à mesa de Mateus e dos seus amigos, Jesus vem reforçar aquilo que sempre esteve presente na história de cada chamamento, também do nosso: o encontro com o Deus da misericórdia, que vem acompanhar aqueles que, percebendo a sua fragilidade, se dispõem a seguir Jesus, sabendo que Ele vai à frente, e que não veio para chamar os justos mas os pecadores. Ser discípulo, seguir Jesus, é aceitar ser re-criado por Ele (sinal da mão), deixar-se acompanhar por outros, em Igreja (na presença de Pedro), tomando a cruz de cada dia (a janela), deixando-se iluminar por Cristo (fonte de luz), aceitando que não somos perfeitos, mas infinitamente amados e perdoados, sabendo que Ele segue à frente.
Paróquia de Amor
Jesus passa e chama
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Calendário da Paróquia de Amor
sábado, 30 de maio de 2026
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Pai, Filho e Espírito Santo: Deus Uno e Trino
31 de maio de 2026 | Solenidade da Santíssima Trindade
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Acreditamos que Deus está sempre ao nosso lado
Dizer, proclamar, confessar ou professar a Fé, de forma solene, como o fez o grupo de 27 adolescentes da paróquia de Amor, no domingo, dia 24 de maio, é acolher um dom, a oferta que Deus nos faz ao vir até junto de nós, e nos possibilitar viver a vida com Ele a nosso lado. A fé é a nossa resposta no encontro com o Deus que se revela, que se dá a conhecer em Jesus Cristo, o Filho que nos fala e leva ao Pai, e nos oferece o seu Espírito Santo para, com ele, pelo Batismo, também nós vivermos como filhos, pertença desta grande família que é a Igreja.
A celebração começou com um gesto significativo: cada um, ao passar pela Pia Batismal, e ao fazer uma inclinação ao local onde nasceu para a família dos filhos de Deus, marcou já o sentido batismal deste momento solene. Depois de manifestarem a sua intenção de professar a fé que nesse dia do seu batismo, foi afirmada pelos pais e padrinhos, escutaram-se as leituras da Solenidade do Pentecostes. Uma oportunidade para recordar o essencial da nossa fé: Deus Pai, que nos ama tanto, enviou-nos o seu Filho Jesus, que deu a vida por nós e que, ressuscitado, sopra o seu Espírito para nos reunir como Igreja, a família dos filhos de Deus, e assim podemos viver na alegria de nos sabermos envolvidos pelo fogo do seu amor que nos acompanha e está sempre a nosso lado, mais, que está sempre em nós como este sopro de vida que Jesus derramou sobre os discípulos.
A força deste amor vive-se em toda a vida, e também no amor partilhado em família, como o manifestou um casal, o Lício e a Patrícia, que quis celebrar as suas bodas matrimoniais neste dia, fazendo também a sua profissão de fé no Amor de Deus que acolheram no sacramento do Matrimónio.
Seguiu-se, então, a Profissão Solene da Fé: com as velas batismais acesas no Círio Pascal, cada um pode dizer o seu "Sim, creio!" em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. A fé batismal afirmada agora por cada um, selada com a aspersão da água batismal que terminou este momento.
A celebração continuou, com uma marca especial para dois dos adolescentes que, nesse dia, participaram plenamente na Eucaristia pela sua primeira, pela Comunhão de Jesus no Pão da Eucaristia, e, por fim, com um ato de louvor pelo momento vivido em Igreja: Obrigado, Jesus! Nós acreditamos que nos amas, deste a vida por nós, e vives, ressuscitado, sempre a nosso lado!
A celebração começou com um gesto significativo: cada um, ao passar pela Pia Batismal, e ao fazer uma inclinação ao local onde nasceu para a família dos filhos de Deus, marcou já o sentido batismal deste momento solene. Depois de manifestarem a sua intenção de professar a fé que nesse dia do seu batismo, foi afirmada pelos pais e padrinhos, escutaram-se as leituras da Solenidade do Pentecostes. Uma oportunidade para recordar o essencial da nossa fé: Deus Pai, que nos ama tanto, enviou-nos o seu Filho Jesus, que deu a vida por nós e que, ressuscitado, sopra o seu Espírito para nos reunir como Igreja, a família dos filhos de Deus, e assim podemos viver na alegria de nos sabermos envolvidos pelo fogo do seu amor que nos acompanha e está sempre a nosso lado, mais, que está sempre em nós como este sopro de vida que Jesus derramou sobre os discípulos.
A força deste amor vive-se em toda a vida, e também no amor partilhado em família, como o manifestou um casal, o Lício e a Patrícia, que quis celebrar as suas bodas matrimoniais neste dia, fazendo também a sua profissão de fé no Amor de Deus que acolheram no sacramento do Matrimónio.
Seguiu-se, então, a Profissão Solene da Fé: com as velas batismais acesas no Círio Pascal, cada um pode dizer o seu "Sim, creio!" em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. A fé batismal afirmada agora por cada um, selada com a aspersão da água batismal que terminou este momento.
A celebração continuou, com uma marca especial para dois dos adolescentes que, nesse dia, participaram plenamente na Eucaristia pela sua primeira, pela Comunhão de Jesus no Pão da Eucaristia, e, por fim, com um ato de louvor pelo momento vivido em Igreja: Obrigado, Jesus! Nós acreditamos que nos amas, deste a vida por nós, e vives, ressuscitado, sempre a nosso lado!
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Deixar-se re-criar pelo sopro de Deus
24 de maio de 2026 | Domingo de Pentecostes
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Jesus sopra sobre os discípulos o seu Espírito, Aquele que é capaz de os ajudar a serem testemunhas da Sua ressurreição, construtores da paz, portadores do perdão.
O Pentecostes é a certeza dAquele que não se vê mas que faz sentir a força da sua vida nos que acolhem o desafio de serem continuadores da ação do próprio Jesus Cristo: é o seu «sopro», o seu «hálito vital», é como que a vida de Cristo ressuscitado que é soprado sobre os discípulos. E este «sopro divino», à semelhança do primeiro sopro que dá vida ao homem formado da argila, agora recria aqueles que ousam deixar-se habitar por Deus.
É este sopro que Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta como Aquele que se faz escutar como forte rajada de vento e, como que em línguas de fogo, desce sobre os discípulos e lhes dá uma vitalidade até ali desconhecida.
A vitalidade da Igreja, e a vitalidade de cada um de nós, vem deste «Senhor que dá a vida».
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Jesus sopra sobre os discípulos o seu Espírito, Aquele que é capaz de os ajudar a serem testemunhas da Sua ressurreição, construtores da paz, portadores do perdão.
O Pentecostes é a certeza dAquele que não se vê mas que faz sentir a força da sua vida nos que acolhem o desafio de serem continuadores da ação do próprio Jesus Cristo: é o seu «sopro», o seu «hálito vital», é como que a vida de Cristo ressuscitado que é soprado sobre os discípulos. E este «sopro divino», à semelhança do primeiro sopro que dá vida ao homem formado da argila, agora recria aqueles que ousam deixar-se habitar por Deus.
É este sopro que Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta como Aquele que se faz escutar como forte rajada de vento e, como que em línguas de fogo, desce sobre os discípulos e lhes dá uma vitalidade até ali desconhecida.
A vitalidade da Igreja, e a vitalidade de cada um de nós, vem deste «Senhor que dá a vida».
terça-feira, 19 de maio de 2026
«Vós sereis batizados no Espírito Santo»
A celebração do Crisma da paróquia de Amor decorreu no dia 17 de maio, domingo, pelas 11h, na igreja paroquial. O grupo contou com os 29 jovens que completaram a caminha catequética nos centros de Amor, dos Barreiros e do Casal dos Claros e Coucinheira, que completaram o percurso dos dez anos de catequese no passado ano de 2025, e este ano tiveram alguns encontros de preparação para o Crisma. Juntaram-se ainda 2 jovens adultos, que fizeram a sua preparação no grupo da catequese com adultos da Vigararia dos Campos do Lis, e uma jovem que veio da Marinha Grande.
Na Eucaristia, presidida por D. José Ornelas Carvalho, bispo de Leiria-Fátima, todos foram convidados a viver no acolhimento do Espírito Santo, aceitando o desafio de se comprometerem na construção pessoal, das famílias, da sociedade e da Igreja, com os seus dons enriquecidos pela abertura ao Espírito. O Sr. Bispo usou a imagem do desporto, convidando a não ficar em casa a fazer comentários, mas a ir a jogo, pois este momento da celebração é sobretudo um início, uma “start-up” que lhes é dada para todo o caminho a seguir.
A solenidade da Ascensão, que se celebrou nesse dia, enriqueceu a mensagem da confiança que Jesus deposita em nós. Ele conta connosco para que a sua vida e amor chegue a todo o lado, com a força do Espírito Santo, Aquele que vem sobre os discípulos para os «batizar no Espírito», para que possam «ir e ensinar», sem medo, pois, disse Jesus no Evangelho, Ele estará sempre connosco «até ao fim dos tempos». A celebração foi animada pelo grupo coral do Agrupamento dos Escuteiros de Amor, teve a presença do um grupo dos Acólitos da Paróquia. Esteve também presente o diácono Miguel Francisco. No final ficou um agradecimento especial aos catequistas que acompanharam os grupos, e também uma felicitação aos pais, padrinhos e mais familiares, e o desafio para que o Espírito acolhido, o Dom de Deus, possa ter espaço para atuar no coração de cada recém-confirmado.
Na Eucaristia, presidida por D. José Ornelas Carvalho, bispo de Leiria-Fátima, todos foram convidados a viver no acolhimento do Espírito Santo, aceitando o desafio de se comprometerem na construção pessoal, das famílias, da sociedade e da Igreja, com os seus dons enriquecidos pela abertura ao Espírito. O Sr. Bispo usou a imagem do desporto, convidando a não ficar em casa a fazer comentários, mas a ir a jogo, pois este momento da celebração é sobretudo um início, uma “start-up” que lhes é dada para todo o caminho a seguir.
A solenidade da Ascensão, que se celebrou nesse dia, enriqueceu a mensagem da confiança que Jesus deposita em nós. Ele conta connosco para que a sua vida e amor chegue a todo o lado, com a força do Espírito Santo, Aquele que vem sobre os discípulos para os «batizar no Espírito», para que possam «ir e ensinar», sem medo, pois, disse Jesus no Evangelho, Ele estará sempre connosco «até ao fim dos tempos». A celebração foi animada pelo grupo coral do Agrupamento dos Escuteiros de Amor, teve a presença do um grupo dos Acólitos da Paróquia. Esteve também presente o diácono Miguel Francisco. No final ficou um agradecimento especial aos catequistas que acompanharam os grupos, e também uma felicitação aos pais, padrinhos e mais familiares, e o desafio para que o Espírito acolhido, o Dom de Deus, possa ter espaço para atuar no coração de cada recém-confirmado.
sábado, 16 de maio de 2026
Jesus Sempre connosco!
Jesus prometeu que nos deixaria órfãos, que iria enviar-nos o seu Espírito para sempre nos acompanhar. Mas nessa ceia, cheia de vida e esperança, Jesus também se deu a si mesmo, no pão e no vinho, Corpo e Sangue, presença real e constante de Jesus ressuscitado. Ele quer permanecer em nós porque quer ser sempre nosso alimento, quer o nosso bem. Ele está de verdade connosco. Não vem apenas fazer uma visita, mas permanecer em nós, Ele quer ter morada em nós. Na Eucaristia, quando O comungamos, recebemos a sua presença para permanecer em nós e nós n’Ele!
No dia em que as crianças do 3º catecismo da paróquia da Amor participaram plenamente na Eucaristia pela primeira vez, com a Comunhão Eucarística, o texto do Evangelho do domingo, dia 10 de maio, confirmou a caminhada das crianças que se prepararam para acolher Jesus em si, e despertou para o desejo de O seguir na vida de cada dia.
A celebração, que decorreu na missa dominical, às 11h, na igreja paroquial, reuniu as 29 crianças dos grupos de Amor, Barreiros e Casal dos Claros e Coucinheira, e os seus familiares, com a Comunidade, e foi vivida em ambiente de festa e de alegria, animada pelo Grupo São Paulo, na certeza de que Jesus vem a nós, e fica “tão perto de mim que até Lhe posso tocar”, como cantaram as crianças depois da Comunhão. A vida recebida no Batismo, recordada na data do lenço de cada criança, é alimentada de cada vez que recebemos Jesus na Comunhão. Por isso, cada um, pode dizer e cantar: “Sou de Cristo, sou feliz”.
sexta-feira, 15 de maio de 2026
A Ascensão não é ausência, mas plenitude
17 de maio de 2026 | Solenidade da Ascensão
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Jesus afirma-o no evangelho deste Domingo: «Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos». Não está fisicamente, mas permanece presente e ativo em todos os lugares e todos os tempos: na Palavra proclamada, na fé celebrada sacramentalmente, na vida partilhada que atualiza o mandamento do amor...
E Jesus quer continuar esta presença: por isso envia aqueles que n'Ele acreditam a ensinar e a batizar. É a missão dos cristãos: trazer à realidade cultural de cada tempo o sentido de uma vida partilhada com o Deus de Amor que liberta e salva.
Alguns, diz o texto, «ainda duvidaram»... mesmo na presença do Senhor ressuscitado: a fé é uma caminhada de confiança, não uma certeza "cientifica", mas uma relação que se sente e se vive com a ousadia de se deixar amar por Ele. Ele que «ascende» para se manter presente.
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Jesus afirma-o no evangelho deste Domingo: «Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos». Não está fisicamente, mas permanece presente e ativo em todos os lugares e todos os tempos: na Palavra proclamada, na fé celebrada sacramentalmente, na vida partilhada que atualiza o mandamento do amor...
E Jesus quer continuar esta presença: por isso envia aqueles que n'Ele acreditam a ensinar e a batizar. É a missão dos cristãos: trazer à realidade cultural de cada tempo o sentido de uma vida partilhada com o Deus de Amor que liberta e salva.
Alguns, diz o texto, «ainda duvidaram»... mesmo na presença do Senhor ressuscitado: a fé é uma caminhada de confiança, não uma certeza "cientifica", mas uma relação que se sente e se vive com a ousadia de se deixar amar por Ele. Ele que «ascende» para se manter presente.
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