Barreiros, 23 a 26 de abril
A Festa em honra de São Jorge, nos Barreiros, realiza-se de 23 a 26 de abril. Este ano, a Festa tem início precisamente a 23 de abril, dia em que a Igreja celebra a Memória Litúrgica de São Jorge. Nesse dia haverá Missa, às 20h, seguida de procissão de velas.
No dia 24, o restaurante estará aberto a partir das 18h30. Durante a noite haverá vários grupos para a animação musical. No sábado, dia 25, a tarde terá jogos tradicionais, a começar pelas 15h. O restaurante volta a abrir às 18h30, tendo várias propostas musicais para a noite, a partir das 21h30.
No dia 26 de abril, domingo, a Filarmónica das Cortes chega pelas 9h30. Às 12h abre o restaurante, e a a Missa da Festa será às 14h30, seguida da procissão em honra de São Jorge, e a entrega da bandeira, a atuação do Racho Folclórico dos Barreiros, a música durante a noite, com o sorteio das rifas pelas 23h30 e encerramento do arraial.
Paróquia de Amor
Festa em honra de São Jorge 2026
Barreiros, 23 a 26 de abril A Festa em honra de São Jorge, nos Barreiros, realiza-se de 23 a 26 de abril. Este ano, a Festa tem início pr...
Calendário da Paróquia de Amor
sábado, 11 de abril de 2026
«Felizes os que acreditam sem terem visto»
12 de abril de 2026 | 2.º Domingo da Páscoa
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O acreditar, a fé, é sempre um confiar-se para além do que se toca e vê... Para lá das provas cientificamente comprováveis, um lançar-se com a razão, o afeto e a vontade, nos braços do Mistério, onde apenas dentro se compreende o sentido, e dá sentido...
Tomé é tão próximo da nossa humanidade atual: quer tocar para acreditar... No entanto, ele teve a ousadia de não se fechar nas dúvidas, mas de se abrir à resposta no lugar onde as poderia encontrar: oito dias depois, na comunidade crente, vai e é capaz então de ver, de «tocar» de uma outra forma, a presença viva de Jesus.
E Jesus faz-se realmente presente, «oito dias depois», quando, no ritmo dominical, a Igreja se volta a reunir para, no testemunho da unidade, no perdão pedido e assumido, na Palavra escutada e atualizada na vida, no Pão consagrado e partilhado, celebrar o Mistério desta mesma Presença constante do amor de Jesus que não cessa de nos dar a paz e de soprar sobre nós o mesmo Espírito de Amor que inflamou os discípulos desde a primeira hora.
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O acreditar, a fé, é sempre um confiar-se para além do que se toca e vê... Para lá das provas cientificamente comprováveis, um lançar-se com a razão, o afeto e a vontade, nos braços do Mistério, onde apenas dentro se compreende o sentido, e dá sentido...
Tomé é tão próximo da nossa humanidade atual: quer tocar para acreditar... No entanto, ele teve a ousadia de não se fechar nas dúvidas, mas de se abrir à resposta no lugar onde as poderia encontrar: oito dias depois, na comunidade crente, vai e é capaz então de ver, de «tocar» de uma outra forma, a presença viva de Jesus.
E Jesus faz-se realmente presente, «oito dias depois», quando, no ritmo dominical, a Igreja se volta a reunir para, no testemunho da unidade, no perdão pedido e assumido, na Palavra escutada e atualizada na vida, no Pão consagrado e partilhado, celebrar o Mistério desta mesma Presença constante do amor de Jesus que não cessa de nos dar a paz e de soprar sobre nós o mesmo Espírito de Amor que inflamou os discípulos desde a primeira hora.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Este o dia da grande surpresa de Deus
5 de abril de 2026 | Domingo de Páscoa
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Páscoa: este o dia da grande surpresa de Deus! A notícia é surpreendente: Jesus não está no sepulcro, aquele que morreu na cruz e foi sepultado, está vivo! A Páscoa de Jesus Cristo é o acontecimento que marca a História de Jesus e, nele, de toda a humanidade: a morte, tocada pelo Amor de Deus, abre-se à esperança da Vida. E a vida, esta de cada dia, vive-se na perspetiva da eternidade que, sendo o permanecer no Amor que é Deus, não faz sentido senão sendo vivida segundo o mandamento do amor.
Para isso somos batizados. Pelo Batismo, também nós somos submergidos nesta vida divina que vence o pecado e a morte, e renascemos para uma vida nova, a vida dos filhos de Deus: no Batismo Deus faz-nos parte da sua família! Dom da graça e misericórdia divina, a Vida acolhida é constantemente alimentada na Eucaristia. Batismo e Eucaristia estão intimamente unidos, brotam do mesmo coração aberto de Jesus, rasgado pela lança do soldado, de onde sai sangue e água.
Vivendo como filhos de Deus, ao jeito de Jesus, a eternidade-ressurreição é já um presente (por ser dom de Deus, mas também por ser de agora, atual), mesmo que marcado pelo «ainda não» das contingências desta vida terrena. No Batismo começamos esta aventura de, à imagem do Filho, viver para amar e de amar para viver.
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Páscoa: este o dia da grande surpresa de Deus! A notícia é surpreendente: Jesus não está no sepulcro, aquele que morreu na cruz e foi sepultado, está vivo! A Páscoa de Jesus Cristo é o acontecimento que marca a História de Jesus e, nele, de toda a humanidade: a morte, tocada pelo Amor de Deus, abre-se à esperança da Vida. E a vida, esta de cada dia, vive-se na perspetiva da eternidade que, sendo o permanecer no Amor que é Deus, não faz sentido senão sendo vivida segundo o mandamento do amor.
Para isso somos batizados. Pelo Batismo, também nós somos submergidos nesta vida divina que vence o pecado e a morte, e renascemos para uma vida nova, a vida dos filhos de Deus: no Batismo Deus faz-nos parte da sua família! Dom da graça e misericórdia divina, a Vida acolhida é constantemente alimentada na Eucaristia. Batismo e Eucaristia estão intimamente unidos, brotam do mesmo coração aberto de Jesus, rasgado pela lança do soldado, de onde sai sangue e água.
Vivendo como filhos de Deus, ao jeito de Jesus, a eternidade-ressurreição é já um presente (por ser dom de Deus, mas também por ser de agora, atual), mesmo que marcado pelo «ainda não» das contingências desta vida terrena. No Batismo começamos esta aventura de, à imagem do Filho, viver para amar e de amar para viver.
sexta-feira, 27 de março de 2026
«Este era verdadeiramente Filho de Deus»
29 de março de 2026 | Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
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A morte de Jesus tem de ser entendida no contexto daquilo que foi a sua vida. Desde cedo, Jesus apercebeu-Se de que o Pai O chamava a uma missão: anunciar, e tornar já presente, um mundo novo para todos os homens: o Reino de Deus. Para concretizar este projeto, Jesus passou pelos caminhos da Palestina “fazendo o bem” e anunciando a proximidade desse mundo de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos. Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem mesmo os pecadores; ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos, não deviam ser marginalizados; ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus; avisou os “ricos” de que o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência só podiam conduzir à morte.
O projeto libertador de Jesus entrou em choque com a atmosfera de egoísmo e de opressão que dominava o mundo. Mas também com os hábitos e preconceitos religiosos, centrados mais no cumprimento da Lei que no encontro livre e verdadeiro com o amor misericordioso do Pai. As autoridades políticas e religiosas sentiram-se incomodadas com a denúncia de Jesus. Por isso O prenderam, julgaram e condenaram. A morte de Jesus é a consequência lógica do anúncio do “Reino”.
Mas na cruz, vemos aparecer o Homem Novo, o protótipo do homem que ama radicalmente e que faz da sua vida um dom para todos. Porque ama, este Homem Novo vai assumir como missão a luta contra o pecado. E assim, a cruz mantém o dinamismo de um mundo novo – o dinamismo do “Reino”, o dinamismo do Amor.
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A morte de Jesus tem de ser entendida no contexto daquilo que foi a sua vida. Desde cedo, Jesus apercebeu-Se de que o Pai O chamava a uma missão: anunciar, e tornar já presente, um mundo novo para todos os homens: o Reino de Deus. Para concretizar este projeto, Jesus passou pelos caminhos da Palestina “fazendo o bem” e anunciando a proximidade desse mundo de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos. Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem mesmo os pecadores; ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos, não deviam ser marginalizados; ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus; avisou os “ricos” de que o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência só podiam conduzir à morte.
O projeto libertador de Jesus entrou em choque com a atmosfera de egoísmo e de opressão que dominava o mundo. Mas também com os hábitos e preconceitos religiosos, centrados mais no cumprimento da Lei que no encontro livre e verdadeiro com o amor misericordioso do Pai. As autoridades políticas e religiosas sentiram-se incomodadas com a denúncia de Jesus. Por isso O prenderam, julgaram e condenaram. A morte de Jesus é a consequência lógica do anúncio do “Reino”.
Mas na cruz, vemos aparecer o Homem Novo, o protótipo do homem que ama radicalmente e que faz da sua vida um dom para todos. Porque ama, este Homem Novo vai assumir como missão a luta contra o pecado. E assim, a cruz mantém o dinamismo de um mundo novo – o dinamismo do “Reino”, o dinamismo do Amor.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Escuteiros fazem a sua Promessa
Na passada noite de 13 de março, integrado nas 24 Horas para o Senhor, na Igreja Paroquial de Amor, o Agrupamento 1166-Amor viveu a Vigília “As fontes de água-viva”, como preparação espiritual para as promessas dos noviços e aspirantes.
A partir da imagem do poço de Jacob, relembramos a importância da “Água Viva” na nossa vida e do encontro da verdadeira felicidade em Cristo, que sacia a sede mais profunda do coração e que alimenta as raízes da nossa fé.
Ao depositar dos lenços junto ao poço e ao proclamar as Máximas, Princípios e Lei do Escuta, os novos elementos do agrupamento exprimiram o desejo de deixar que Deus inunde e fortaleça a sua caminhada escutista, enraizada no Evangelho e no serviço da comunidade.
Ao final da noite, à luz do encontro de Jesus com a Samaritana e de outros textos da Escritura, os escuteiros foram ainda convidados a uma reflexão e oração pessoal neste encontro íntimo com o Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
No dia seguinte, dia 14 de março, o agrupamento juntou-se à comunidade paroquial na Eucaristia, na Igreja do Casal dos Claros e Coucinheira, para testemunhar as promessas dos 16 aspirantes e noviços das várias secções. Foi num ambiente de grande alegria que os 7 novos lobitos da alcateia, os 6 novos exploradores da expedição, os 2 novos pioneiros da comunidade e a nova caminheira do clã fizeram o seu compromisso para com Deus, com a comunidade e para com a Lei do Escuta, recebendo assim os respetivos lenços e insígnias.
Por fim, o agrupamento não pode deixar de felicitar os novos elementos que se juntaram à fraternidade escutista e que vêm fortificar as raízes do nosso agrupamento 1166-Amor.
Beatriz Duarte
A partir da imagem do poço de Jacob, relembramos a importância da “Água Viva” na nossa vida e do encontro da verdadeira felicidade em Cristo, que sacia a sede mais profunda do coração e que alimenta as raízes da nossa fé.
Ao depositar dos lenços junto ao poço e ao proclamar as Máximas, Princípios e Lei do Escuta, os novos elementos do agrupamento exprimiram o desejo de deixar que Deus inunde e fortaleça a sua caminhada escutista, enraizada no Evangelho e no serviço da comunidade.
Ao final da noite, à luz do encontro de Jesus com a Samaritana e de outros textos da Escritura, os escuteiros foram ainda convidados a uma reflexão e oração pessoal neste encontro íntimo com o Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
No dia seguinte, dia 14 de março, o agrupamento juntou-se à comunidade paroquial na Eucaristia, na Igreja do Casal dos Claros e Coucinheira, para testemunhar as promessas dos 16 aspirantes e noviços das várias secções. Foi num ambiente de grande alegria que os 7 novos lobitos da alcateia, os 6 novos exploradores da expedição, os 2 novos pioneiros da comunidade e a nova caminheira do clã fizeram o seu compromisso para com Deus, com a comunidade e para com a Lei do Escuta, recebendo assim os respetivos lenços e insígnias.
Por fim, o agrupamento não pode deixar de felicitar os novos elementos que se juntaram à fraternidade escutista e que vêm fortificar as raízes do nosso agrupamento 1166-Amor.
Beatriz Duarte
quarta-feira, 18 de março de 2026
A fé é lugar de ressurreição
22 de março de 2026 | 5.º Domingo da Quaresma
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O texto do Evangelho deste domingo – a ressurreição de Lázaro – é uma catequese sobre o acreditar, sobre a fé em Cristo, que é a Ressurreição e a Vida: “Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá... Acreditas?”
A ação de dar vida a Lázaro representa a concretização da missão que o Pai confiou a Jesus: dar vida plena e definitiva ao homem. É por isso que Jesus, antes de mandar Lázaro sair do sepulcro, ergue os olhos ao céu e dá graças ao Pai: a sua oração demonstra a sua comunhão com o Pai e a sua obediência ao Pai. Depois, Jesus mostra Lázaro vivo, provando à comunidade dos crentes que a morte física não interrompe o amor, não interrompe a vida plena do discípulo que ama Jesus e O segue.
A família de Betânia representa a comunidade cristã, formada por irmãos e irmãs. Todos eles conhecem Jesus, são seus amigos, acolhem-no na sua casa/vida. Essa família também faz a experiência da morte física. Como lidar com ela? Com o desespero de quem acha que tudo acabou? Com a tristeza de quem acha que a morte venceu, até que Deus ressuscite o “irmão” morto, no final dos tempos? Não. Ser amigo de Jesus é saber que Ele é a ressurreição e a vida e que dá aos seus a vida plena, em todos os momentos. Ele não evita a morte física; mas ela é, para os que aderiram a Jesus, a passagem para a vida verdadeira e definitiva. Para os “amigos” de Jesus – aqueles que acolhem a sua proposta e se entregam a Deus e aos irmãos – não há morte… Podemos chorar a partida de um irmão, mas sabendo que, ao deixar este mundo, ele encontrou a vida plena, na glória de Deus.
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O texto do Evangelho deste domingo – a ressurreição de Lázaro – é uma catequese sobre o acreditar, sobre a fé em Cristo, que é a Ressurreição e a Vida: “Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá... Acreditas?”
A ação de dar vida a Lázaro representa a concretização da missão que o Pai confiou a Jesus: dar vida plena e definitiva ao homem. É por isso que Jesus, antes de mandar Lázaro sair do sepulcro, ergue os olhos ao céu e dá graças ao Pai: a sua oração demonstra a sua comunhão com o Pai e a sua obediência ao Pai. Depois, Jesus mostra Lázaro vivo, provando à comunidade dos crentes que a morte física não interrompe o amor, não interrompe a vida plena do discípulo que ama Jesus e O segue.
A família de Betânia representa a comunidade cristã, formada por irmãos e irmãs. Todos eles conhecem Jesus, são seus amigos, acolhem-no na sua casa/vida. Essa família também faz a experiência da morte física. Como lidar com ela? Com o desespero de quem acha que tudo acabou? Com a tristeza de quem acha que a morte venceu, até que Deus ressuscite o “irmão” morto, no final dos tempos? Não. Ser amigo de Jesus é saber que Ele é a ressurreição e a vida e que dá aos seus a vida plena, em todos os momentos. Ele não evita a morte física; mas ela é, para os que aderiram a Jesus, a passagem para a vida verdadeira e definitiva. Para os “amigos” de Jesus – aqueles que acolhem a sua proposta e se entregam a Deus e aos irmãos – não há morte… Podemos chorar a partida de um irmão, mas sabendo que, ao deixar este mundo, ele encontrou a vida plena, na glória de Deus.
domingo, 15 de março de 2026
Receber o abraço do Perdão de Deus
As crianças do 3.º Catecismo da Paróquia de Amor viveram, no passado sábado, dia 7 de março, a Festa do Perdão, com a celebração do sacramento da Reconciliação.
Depois de verem e ouvirem a parábola do Pai Misericordiosos e dos dois filhos, ou do Filho Pródigo, caminharam para junto da Pia Batismo, o lugar onde acolheram a vida de Deus. O Círio Pascal aceso, e o lenço branco, ajudaram a recordar o dom de nos tornarmos filhos de Deus, dom que nem sempre vivemos plenamente, deixando que o pecado manche esse "lenço" que representa a nossa vida. Mas Deus não deixa nunca de nos amar como filhos, e de nos querer dar o seu Perdão: foi esse Perdão que pedimos em conjunto, e cada criança celebrou depois, individualmente.
O que cada um escreveu dos seus "pecados por pensamentos, palavras, atos e omissões" foi queimado com a chama que partiu de Cristo, simbolizado nessa grande vela que se acende de nova em cada Páscoa. A celebração terminou em conjunto, num momento de agradecimento pela alegria de sermos perdoados!
Como o Filho que voltou a casa foi abraçado pelo Pai, também nós podemos viver este sacramento como um verdadeiro abraço do amor de Deus!
Depois de verem e ouvirem a parábola do Pai Misericordiosos e dos dois filhos, ou do Filho Pródigo, caminharam para junto da Pia Batismo, o lugar onde acolheram a vida de Deus. O Círio Pascal aceso, e o lenço branco, ajudaram a recordar o dom de nos tornarmos filhos de Deus, dom que nem sempre vivemos plenamente, deixando que o pecado manche esse "lenço" que representa a nossa vida. Mas Deus não deixa nunca de nos amar como filhos, e de nos querer dar o seu Perdão: foi esse Perdão que pedimos em conjunto, e cada criança celebrou depois, individualmente.
O que cada um escreveu dos seus "pecados por pensamentos, palavras, atos e omissões" foi queimado com a chama que partiu de Cristo, simbolizado nessa grande vela que se acende de nova em cada Páscoa. A celebração terminou em conjunto, num momento de agradecimento pela alegria de sermos perdoados!
Como o Filho que voltou a casa foi abraçado pelo Pai, também nós podemos viver este sacramento como um verdadeiro abraço do amor de Deus!
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1 de junho de 2025 | Solenidade da Ascensão do Senhor Leituras | Comentário | Avisos | Boletim A ascensão é-nos apresentada por Lucas...
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No próximo dia 1 de junho, domingo, a Paróquia de Amor reúne as crianças e adolescentes da Catequese de todos os centros, com os catequistas...








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