28 de junho de 2026 | 13.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo centra-nos no essencial da nossa identidade de discípulos missionários: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir do encontro e relação essencial com Ele. O essencial da nossa fé é Ele, que nos conduz ao Pai e nos dá o seu Espírito.
Mesmo aquelas relações que são as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado em Jesus. As ações e opções da vida de cada dia só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus. Tudo ganha um sentido e luz nova quando iluminado pelo dom de Deus. Esse é o desafio: olhar os outros, olhar a nossa própria vida, olhar cada gesto através do olhar de Deus.
Paróquia de Amor
Tudo a partir da Relação essencial
28 de junho de 2026 | 13.º Domingo do Tempo Comum Leituras | Comentário | Avisos | Boletim O texto do Evangelho deste domingo centra-no...
Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 26 de junho de 2026
terça-feira, 23 de junho de 2026
Celebrar um ano de atividades
No domingo 14 de junho, Catequese e Escutismo da paróquia de Amor juntaram-se para uma manhã de atividades, nos Barreiros. Quando se aproxima a pausa de Verão dos encontros semanais dos grupos de catequese e dos escuteiros, foi um momento para celebrar o percurso feito, recordar as aprendizagens, agradecer as vivências e promover o encontro e convívio entre todos.
O acolhimento foi feito com um pequeno aquecimento, com música e dança, lançando depois um jogo no qual cada pequena equipa era desafiada a passar por sete postos, cada um a partir de um dos santos padroeiros.
Ao final da manhã, pelas 11h30, juntou-se toda a gente para a celebração da Missa em ação de graças pelo caminho percorrido ao longo do ano. Cada grupo de catequese, e cada unidade dos escuteiros foi convidada a levar um símbolo do caminho feito, que deixou junto ao altar. Com o olhar de compaixão de Jesus, e o chamamento dos Doze, agradecemos por Jesus continuar a olhar-nos com esse olhar de amor e querer contar com cada um de nós para tornar o mundo um pouco melhor.
Por fim, o almoço partilhado, com tempo para o convívio, a conversa e as brincadeiras espontâneas que foram continuando durante a tarde.
O acolhimento foi feito com um pequeno aquecimento, com música e dança, lançando depois um jogo no qual cada pequena equipa era desafiada a passar por sete postos, cada um a partir de um dos santos padroeiros.
Ao final da manhã, pelas 11h30, juntou-se toda a gente para a celebração da Missa em ação de graças pelo caminho percorrido ao longo do ano. Cada grupo de catequese, e cada unidade dos escuteiros foi convidada a levar um símbolo do caminho feito, que deixou junto ao altar. Com o olhar de compaixão de Jesus, e o chamamento dos Doze, agradecemos por Jesus continuar a olhar-nos com esse olhar de amor e querer contar com cada um de nós para tornar o mundo um pouco melhor.
Por fim, o almoço partilhado, com tempo para o convívio, a conversa e as brincadeiras espontâneas que foram continuando durante a tarde.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
A certeza de um amor infinito
21 de junho de 2026 | 12.º Domingo do Tempo Comum
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode ocorrer ao olharmos para a nossa pequenez e fragilidade. Mas não há que temer. Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras onde nos repete "não temais", mas sobretudo através da sua vida.
Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto dos cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão simbólica no Evangelho deste domingo. Uma imagem que nos fala destes mais pequenos pormenores de nós mesmos que apenas Deus, porque ama infinitamente, conhece plenamente em nós. Reforçada com a imagem passarinhos que, sendo preciosos para o Pai, o seu valor em nada se compara com a humanidade: "Não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos".
A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Ele nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos com uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável.
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode ocorrer ao olharmos para a nossa pequenez e fragilidade. Mas não há que temer. Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras onde nos repete "não temais", mas sobretudo através da sua vida.
Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto dos cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão simbólica no Evangelho deste domingo. Uma imagem que nos fala destes mais pequenos pormenores de nós mesmos que apenas Deus, porque ama infinitamente, conhece plenamente em nós. Reforçada com a imagem passarinhos que, sendo preciosos para o Pai, o seu valor em nada se compara com a humanidade: "Não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos".
A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Ele nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos com uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável.
sábado, 13 de junho de 2026
Envolvidos no amor de Deus pelo mundo
14 de junho de 2026 | 11.º Domingo do Tempo Comum
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Catequese e Escutismo juntos a celebrar um ano de atividades
No domingo, 14 de junho, a partir das 9h45, nos Barreiros, Catequese e Escutismo juntam-se para celebrar o ano de atividades que se aproxima do tempo de pausa para férias.
As atividades têm início pelas 9h45, haverá a celebração a missa às 11h30, e às 13h o almoço partilhado. Pelo meio, tempo para brincar, jogar, conversar e conviver à volta dos "nossos" santos. Crianças, adolescentes, jovens, familiares, pais e avós, todos convidados para este dia de festa na Paróquia.
sábado, 30 de maio de 2026
Jesus passa e chama
7 de junho de 2026 | 10º Domingo do Tempo Comum
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É célebre o quadro de Caravaggio, que se encontra na igreja de São Luís dos Franceses, em Roma, que retrata o momento do chamamento de Mateus. Em cena, seguindo os raios da luz, entra Jesus com Pedro, apontando ambos com a mão (que recorda a mão criadora de Deus no teto da capela Sistina) para uma mesa onde se encontram várias personagens. Os pés de Jesus já se encontram em movimento de saída, quase que exigindo uma resposta determinada e radical. A janela, por cima do seu gesto, mais que revelar uma paisagem exterior, ou a entrada de luz, parece querer fixar-nos na cruz que está no horizonte de quem chama e de quem é chamado.
Entre as personagens sentadas à mesa, ocupadas com as moedas e os registos próprios de um cobrador de impostos, perguntamo-nos quem será o chamado… A opção recai habitualmente para aquele que além de olhar para Jesus, aponta para si mesmo como que a perguntar «Quem, eu?», entre o espanto e a necessidade de uma resposta, naquele momento em que está metido com as suas ocupações e preocupações habituais.
A presença de Jesus como que desconserta a vida quotidiana daquele grupo, trazendo-lhe uma luz nova, que se contrapõe às trevas que enchem grande parte da pintura. Aquele é o preciso momento do chamamento. Esse encontro que desconserta, quando Jesus entra na vida concreta de Mateus e o faz compreender que, também para ele, é possível uma vida nova, seguindo Jesus.
Do texto de Mateus, que escutamos neste domingo, sabemos que a resposta foi imediata. Que se seguiu um banquete que certamente marcou um recomeço, e que à mesa de Mateus e dos seus amigos, Jesus vem reforçar aquilo que sempre esteve presente na história de cada chamamento, também do nosso: o encontro com o Deus da misericórdia, que vem acompanhar aqueles que, percebendo a sua fragilidade, se dispõem a seguir Jesus, sabendo que Ele vai à frente, e que não veio para chamar os justos mas os pecadores. Ser discípulo, seguir Jesus, é aceitar ser re-criado por Ele (sinal da mão), deixar-se acompanhar por outros, em Igreja (na presença de Pedro), tomando a cruz de cada dia (a janela), deixando-se iluminar por Cristo (fonte de luz), aceitando que não somos perfeitos, mas infinitamente amados e perdoados, sabendo que Ele segue à frente.
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É célebre o quadro de Caravaggio, que se encontra na igreja de São Luís dos Franceses, em Roma, que retrata o momento do chamamento de Mateus. Em cena, seguindo os raios da luz, entra Jesus com Pedro, apontando ambos com a mão (que recorda a mão criadora de Deus no teto da capela Sistina) para uma mesa onde se encontram várias personagens. Os pés de Jesus já se encontram em movimento de saída, quase que exigindo uma resposta determinada e radical. A janela, por cima do seu gesto, mais que revelar uma paisagem exterior, ou a entrada de luz, parece querer fixar-nos na cruz que está no horizonte de quem chama e de quem é chamado.
Entre as personagens sentadas à mesa, ocupadas com as moedas e os registos próprios de um cobrador de impostos, perguntamo-nos quem será o chamado… A opção recai habitualmente para aquele que além de olhar para Jesus, aponta para si mesmo como que a perguntar «Quem, eu?», entre o espanto e a necessidade de uma resposta, naquele momento em que está metido com as suas ocupações e preocupações habituais.
A presença de Jesus como que desconserta a vida quotidiana daquele grupo, trazendo-lhe uma luz nova, que se contrapõe às trevas que enchem grande parte da pintura. Aquele é o preciso momento do chamamento. Esse encontro que desconserta, quando Jesus entra na vida concreta de Mateus e o faz compreender que, também para ele, é possível uma vida nova, seguindo Jesus.
Do texto de Mateus, que escutamos neste domingo, sabemos que a resposta foi imediata. Que se seguiu um banquete que certamente marcou um recomeço, e que à mesa de Mateus e dos seus amigos, Jesus vem reforçar aquilo que sempre esteve presente na história de cada chamamento, também do nosso: o encontro com o Deus da misericórdia, que vem acompanhar aqueles que, percebendo a sua fragilidade, se dispõem a seguir Jesus, sabendo que Ele vai à frente, e que não veio para chamar os justos mas os pecadores. Ser discípulo, seguir Jesus, é aceitar ser re-criado por Ele (sinal da mão), deixar-se acompanhar por outros, em Igreja (na presença de Pedro), tomando a cruz de cada dia (a janela), deixando-se iluminar por Cristo (fonte de luz), aceitando que não somos perfeitos, mas infinitamente amados e perdoados, sabendo que Ele segue à frente.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Pai, Filho e Espírito Santo: Deus Uno e Trino
31 de maio de 2026 | Solenidade da Santíssima Trindade
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
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A solenidade da Santíssima Trindade é um convite a contemplar o Deus de amor, comunhão plena do Pai e do Filho e do Espírito Santo, as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade. Convite a entrar no mistério de amor, que se revela a Moisés como o Senhor «clemente e compassivo», o «Deus do amor e da paz» de que fala Paulo aos Coríntios, o Pai que, como confidencia Jesus a Nicodemos, envia o seu Filho ao mundo, «para que o mundo seja salvo por Ele». Mais que “descodificar”, há que deixar-se amar, perdoar, envolver no Deus uno e trino.
Depois de falar com Nicodemos de um «nascer de novo» e da necessidade do Filho do Homem ser «erguido ao alto», o texto do Evangelho de São João que escutamos nesta solenidade da Santíssima Trindade leva-nos ao encontro do amor do Pai, revelado no dom da vida do Filho, erguido no alto da cruz, que aí oferece a salvação e vida eterna a todo o que «nasceu do Espírito» e crê no nome do Filho Unigénito de Deus. Na noite, Nicodemos não terá mais onde fixar a sua atenção senão naquele «tanto» do amor de Deus Pai que, de «tanto» amar o mundo, mesmo quando o mundo parece quer deixar-se habitar pelas trevas, não deixa de enviar Aquele que o pode salvar.
Acreditar no Filho enviado, acolher a sua oferta de vida, é caminho de vida eterna, é deixar-se emergir na própria vida divina. Rejeitar a sua oferta já é condenação, porque é optar por não se querer deixar iluminar pelo amor eterno e gratuito, pelo «tanto» de Deus. A palavra de Jesus é convite para se deixar amar pelo «tanto» de Deus. Convite para contemplar o «tanto» de Deus na sua vontade de partilhar a vida eterna e a comunhão da Trindade com a humanidade frágil de cada um de nós.
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