As crianças do 3.º Catecismo da Paróquia de Amor viveram, no passado sábado, dia 7 de março, a Festa do Perdão, com a celebração do sacramento da Reconciliação.
Depois de verem e ouvirem a parábola do Pai Misericordiosos e dos dois filhos, ou do Filho Pródigo, caminharam para junto da Pia Batismo, o lugar onde acolheram a vida de Deus. O Círio Pascal aceso, e o lenço branco, ajudaram a recordar o dom de nos tornarmos filhos de Deus, dom que nem sempre vivemos plenamente, deixando que o pecado manche esse "lenço" que representa a nossa vida. Mas Deus não deixa nunca de nos amar como filhos, e de nos querer dar o seu Perdão: foi esse Perdão que pedimos em conjunto, e cada criança celebrou depois, individualmente.
O que cada um escreveu dos seus "pecados por pensamentos, palavras, atos e omissões" foi queimado com a chama que partiu de Cristo, simbolizado nessa grande vela que se acende de nova em cada Páscoa. A celebração terminou em conjunto, num momento de agradecimento pela alegria de sermos perdoados!
Como o Filho que voltou a casa foi abraçado pelo Pai, também nós podemos viver este sacramento como um verdadeiro abraço do amor de Deus!
Paróquia de Amor
Receber o abraço do Perdão de Deus
As crianças do 3.º Catecismo da Paróquia de Amor viveram, no passado sábado, dia 7 de março, a Festa do Perdão, com a celebração do sacrame...
Calendário da Paróquia de Amor
domingo, 15 de março de 2026
Rezar ao Pai com as palavras de Jesus
Nos dias 7 e 8 de março, as crianças do 2.º catecismo da paróquia de Amor viveram a Festa do Pai Nosso, na qual receberam a oração que Jesus ensinou aos discípulos. O tempo entre o Natal e a Páscoa é, para estes grupos de catequese, o tempo para aprofundar o conhecimento da grande oração dos cristãos, com a qual rezamos ao Pai com as mesmas palavras do Filho, Jesus.
Por isso, receberam dos seus pais a oração do Pai Nosso enquanto eram convidados a rezá-la todos os dias, a aprenderem a viver sempre com a confiança de serem filhos de Deus, procurando viver como irmãos de todos. Como a mulher samaritana encontro em Jesus uma fonte de água viva que jorra para a eternidade, também nós, podemos encontrar n'Ele essa fonte que nos dá a certeza de sermos amados pelo Pai do Céu, e de podermos falar com Ele com toda a confiança de filhos.
Os grupos dos Barreiros e do Casal dos Claros e Coucinheira tiveram a sua festa no sábado, dia 7, nas missas vespertinas, e o grupo de Amor na celebração do domingo, dia 8.
Por isso, receberam dos seus pais a oração do Pai Nosso enquanto eram convidados a rezá-la todos os dias, a aprenderem a viver sempre com a confiança de serem filhos de Deus, procurando viver como irmãos de todos. Como a mulher samaritana encontro em Jesus uma fonte de água viva que jorra para a eternidade, também nós, podemos encontrar n'Ele essa fonte que nos dá a certeza de sermos amados pelo Pai do Céu, e de podermos falar com Ele com toda a confiança de filhos.
Os grupos dos Barreiros e do Casal dos Claros e Coucinheira tiveram a sua festa no sábado, dia 7, nas missas vespertinas, e o grupo de Amor na celebração do domingo, dia 8.
sexta-feira, 13 de março de 2026
Renascer no encontro com a luz
15 de março de 2026 | 4.º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Jesus e os discípulos encontram um homem cego, mas olham-no diversamente: os discípulos veem nele um pecador; Jesus vê na doença daquele homem ocasião para se manifestar a ação de Deus.
O texto apresenta-se como que uma iniciação em que o homem que era cego recupera a vista e alcança a sua identidade: um reconhecimento que é também um renascimento para uma vida renovada pelo encontro com Jesus, expressa na confissão de fé: “Eu creio Senhor”. O gesto terapêutico de Jesus sobre o cego, quando “fez lama com a saliva...”, recorda o gesto com que Deus criou Adão. A re-criação que conduz aquele que era apenas objeto de juízos dos outros a ser sujeito, a assumir a vida, a tomar a palavra e a reivindicar uma identidade: “Sou eu”, pode afirmar.
Diante do cego curado a primeira reação é a dos conhecidos que fazem perguntas, interrogam mas não se interrogam, não se põem a si próprios em questão e assim permanecem à superfície. Depois os pais que, por medo, não vão além de uma banal constatação do facto. Por fim, o saber teológico dos fariseus, autosuficiente e impermeável, obtuso, que os leva a acusar Jesus e o cego de serem pecadores...
Quem é cego e quem vê? Esta é a pergunta que o texto suscita. E esta a resposta: vê quem sabe ver a sua cegueira e se dispõe a abrir-se à ação de cura e de luz que Jesus Cristo oferece.
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Jesus e os discípulos encontram um homem cego, mas olham-no diversamente: os discípulos veem nele um pecador; Jesus vê na doença daquele homem ocasião para se manifestar a ação de Deus.
O texto apresenta-se como que uma iniciação em que o homem que era cego recupera a vista e alcança a sua identidade: um reconhecimento que é também um renascimento para uma vida renovada pelo encontro com Jesus, expressa na confissão de fé: “Eu creio Senhor”. O gesto terapêutico de Jesus sobre o cego, quando “fez lama com a saliva...”, recorda o gesto com que Deus criou Adão. A re-criação que conduz aquele que era apenas objeto de juízos dos outros a ser sujeito, a assumir a vida, a tomar a palavra e a reivindicar uma identidade: “Sou eu”, pode afirmar.
Diante do cego curado a primeira reação é a dos conhecidos que fazem perguntas, interrogam mas não se interrogam, não se põem a si próprios em questão e assim permanecem à superfície. Depois os pais que, por medo, não vão além de uma banal constatação do facto. Por fim, o saber teológico dos fariseus, autosuficiente e impermeável, obtuso, que os leva a acusar Jesus e o cego de serem pecadores...
Quem é cego e quem vê? Esta é a pergunta que o texto suscita. E esta a resposta: vê quem sabe ver a sua cegueira e se dispõe a abrir-se à ação de cura e de luz que Jesus Cristo oferece.
sexta-feira, 6 de março de 2026
Programa das «24 horas para o Senhor»
De 13 para 14 de março, a Igreja vive as “24 horas para o Senhor”, desafio lançado há alguns anos pelo Papa Francisco para um dia de oração e encontro com a misericórdia de Deus. O Papa Leão XIV escolheu o versículo do Evangelho de João: “Eu vim para salvar o mundo” (Jo 12,47), como lema para este ano. Na paróquia de Amor, propõe-se um horário para a adoração comunitária da igreja paroquial:
17h30: Introduções e confissões
18h30: Missa e exposição do Santíssimo
19h00: Grupos AM3 / 7.º ano
20h00: Grupos AM4 / 8.º ano
21h00: Grupos DM1 / 9.º ano
22h00: Escuteiros (vigília das promessas)
00h00: Ministros Extraordinários da Comunhão
02h00: Mov. Mensagem de Fátima
04h00: Mov. Cursos de Cristandade
06h00: Conferência São Vicente de Paulo
08h00: Renovamento Carismático
10h00: Movimento Mariano
11h00: Comissões de Igreja
12h00: Catequistas da infância e crianças
13h00: Grupos Corais e Liturgia
14h00: Grupos 3.º ano de todos os centros
15h00: Grupos 6.º ano de todos os centros
16h00: Grupos DM2 / 10.º ano de todos os centros
17h00: Oração final e Bênção do Santíssimo
Quanto possível, o pároco estará na igreja para confissões e/ou diálogo.
17h30: Introduções e confissões
18h30: Missa e exposição do Santíssimo
19h00: Grupos AM3 / 7.º ano
20h00: Grupos AM4 / 8.º ano
21h00: Grupos DM1 / 9.º ano
22h00: Escuteiros (vigília das promessas)
00h00: Ministros Extraordinários da Comunhão
02h00: Mov. Mensagem de Fátima
04h00: Mov. Cursos de Cristandade
06h00: Conferência São Vicente de Paulo
08h00: Renovamento Carismático
10h00: Movimento Mariano
11h00: Comissões de Igreja
12h00: Catequistas da infância e crianças
13h00: Grupos Corais e Liturgia
14h00: Grupos 3.º ano de todos os centros
15h00: Grupos 6.º ano de todos os centros
16h00: Grupos DM2 / 10.º ano de todos os centros
17h00: Oração final e Bênção do Santíssimo
Quanto possível, o pároco estará na igreja para confissões e/ou diálogo.
A fonte da água de vida eterna
8 de março de 2026 | 3.º Domingo da Quaresma
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Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
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Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado
1 de março de 2026 | 2.º Domingo da Quaresma
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Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
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Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
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