De 13 para 14 de março, a Igreja vive as “24 horas para o Senhor”, desafio lançado há alguns anos pelo Papa Francisco para um dia de oração e encontro com a misericórdia de Deus. O Papa Leão XIV escolheu o versículo do Evangelho de João: “Eu vim para salvar o mundo” (Jo 12,47), como lema para este ano. Na paróquia de Amor, propõe-se um horário para a adoração comunitária da igreja paroquial:
17h30: Introduções e confissões
18h30: Missa e exposição do Santíssimo
19h00: Grupos AM3 / 7.º ano
20h00: Grupos AM4 / 8.º ano
21h00: Grupos DM1 / 9.º ano
22h00: Escuteiros (vigília das promessas)
00h00: Ministros Extraordinários da Comunhão
02h00: Mov. Mensagem de Fátima
04h00: Mov. Cursos de Cristandade
06h00: Conferência São Vicente de Paulo
08h00: Renovamento Carismático
10h00: Movimento Mariano
11h00: Comissões de Igreja
12h00: Catequistas da infância e crianças
13h00: Grupos Corais e Liturgia
14h00: Grupos 3.º ano de todos os centros
15h00: Grupos 6.º ano de todos os centros
16h00: Grupos DM2 / 10.º ano de todos os centros
17h00: Oração final e Bênção do Santíssimo
Quanto possível, o pároco estará na igreja para confissões e/ou diálogo.
Paróquia de Amor
Programa das «24 horas para o Senhor»
De 13 para 14 de março, a Igreja vive as “24 horas para o Senhor”, desafio lançado há alguns anos pelo Papa Francisco para um dia de oração...
Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 6 de março de 2026
A fonte da água de vida eterna
8 de março de 2026 | 3.º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado
1 de março de 2026 | 2.º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Encontros Quaresmais da Unidade Pastoral 4
Para o tempo da Quaresma, a UP propõe quatro momentos de encontro, formação e convívio, um e cada paróquia da nossa Unidade, para aprofundar o tema do Batismo, e fomentar a união entre todas as paróquias.
Estes encontro decorrem sempre à quarta-feira, às 21h. A paróquia que acolhe é convidada a preparar o momento final de convívio, com algo para comer e beber.
O primeiro encontro será a 25 de fevereiro, em Amor, com o tema «Pelo Batismo, somos filhos e irmãos» (teologia do Batismo), e será orientado pelo Pe. Fernando Varela. A 4 de março, em Monte Real, terá como tema «O Batismo ao longo da História» (história e pastoral), orientado pelo Pe. Filipe Lopes. Carvide, a 11 de março, recebe o encontro sobre «O sentido dos sinais batismais» (ritos da celebração). Termina, a 18 de março, na Vieira, com o tema «Pelo Batismo somos Igreja viva» (compromisso). Estes dois últimos orientados pelo Pe. José Henrique. A participação é livre e não é necessária inscrição.
Estes encontro decorrem sempre à quarta-feira, às 21h. A paróquia que acolhe é convidada a preparar o momento final de convívio, com algo para comer e beber.
O primeiro encontro será a 25 de fevereiro, em Amor, com o tema «Pelo Batismo, somos filhos e irmãos» (teologia do Batismo), e será orientado pelo Pe. Fernando Varela. A 4 de março, em Monte Real, terá como tema «O Batismo ao longo da História» (história e pastoral), orientado pelo Pe. Filipe Lopes. Carvide, a 11 de março, recebe o encontro sobre «O sentido dos sinais batismais» (ritos da celebração). Termina, a 18 de março, na Vieira, com o tema «Pelo Batismo somos Igreja viva» (compromisso). Estes dois últimos orientados pelo Pe. José Henrique. A participação é livre e não é necessária inscrição.
Olhar as nossas opções à luz das de Jesus
22 de fevereiro de 2026 | 1.º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Uma lei que se vive "por dentro"
6.º Domingo do Tempo Comum | 15 de fevereiro de 2026
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Depois das bem-aventuranças e de afirmar que os discípulos são sal e luz, Jesus concretiza a forma de viver de quem acolhe a Palavra e se torna construtor do «Reino». No Evangelho deste domingo, temos quatro indicações concretas: na relação com as outras pessoas, não apenas «não matar», mas construir uma relação no perdão, na não-violência, na compreensão; não apenas «não cometer adultério», mas educar o coração e a ação, a partir do seu mais íntimo, para o respeito pelo outro e pelas opções assumidas; não cultivar aquilo que possa separar os esposos na sua relação, mas procurar trazer para a vida a imagem e semelhança de Deus, tal como a pessoa foi criada; não levantar qualquer suspeita, de tal forma que a palavra dada seja honrada em todo o momento.
Na proposta de Jesus não se trata de ter uma lista do que se pode ou não fazer, do que é ou não é pecado, mas assumir uma atitude interior de relação com Deus que passe para a vida concreta: uma lei que se vive por dentro, e por isso se torna também exterior.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Depois das bem-aventuranças e de afirmar que os discípulos são sal e luz, Jesus concretiza a forma de viver de quem acolhe a Palavra e se torna construtor do «Reino». No Evangelho deste domingo, temos quatro indicações concretas: na relação com as outras pessoas, não apenas «não matar», mas construir uma relação no perdão, na não-violência, na compreensão; não apenas «não cometer adultério», mas educar o coração e a ação, a partir do seu mais íntimo, para o respeito pelo outro e pelas opções assumidas; não cultivar aquilo que possa separar os esposos na sua relação, mas procurar trazer para a vida a imagem e semelhança de Deus, tal como a pessoa foi criada; não levantar qualquer suspeita, de tal forma que a palavra dada seja honrada em todo o momento.
Na proposta de Jesus não se trata de ter uma lista do que se pode ou não fazer, do que é ou não é pecado, mas assumir uma atitude interior de relação com Deus que passe para a vida concreta: uma lei que se vive por dentro, e por isso se torna também exterior.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
D. José Ornelas preside à Eucaristia no Casal dos Claros e Coucinheira
Na quarta-feira, 11 de fevereiro, o Bispo Diocesana reúne com a Unidade Pastoral (UP) 4 «Campos do Lis», constituída pelas paróquias de Amor, Carvide, Monte Real e Vieira. Pelas 17h, será a reunião do Bispo com os padres da vigararia e a comissão para acompanhar unidades pastorais.
A celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo diocesano, é o momento para o qual se convidam todas as comunidades da UP, e terá a presença de alguns representantes de cada uma das paróquias que ficarão depois para um encontro com o Bispo, às 21h, para um tempo de diálogo sobre a realidade atual da UP e os passos que deverão ser dados de seguida.
A celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo diocesano, é o momento para o qual se convidam todas as comunidades da UP, e terá a presença de alguns representantes de cada uma das paróquias que ficarão depois para um encontro com o Bispo, às 21h, para um tempo de diálogo sobre a realidade atual da UP e os passos que deverão ser dados de seguida.
Subscrever:
Comentários (Atom)
-
18 de maio de 2025 | 5.º Domingo da Páscoa Leituras | Comentário | Avisos | Boletim «Amar» - a palavra é complexa e com tantas interpr...
-
No próximo dia 1 de junho, domingo, a Paróquia de Amor reúne as crianças e adolescentes da Catequese de todos os centros, com os catequistas...
-
1 de junho de 2025 | Solenidade da Ascensão do Senhor Leituras | Comentário | Avisos | Boletim A ascensão é-nos apresentada por Lucas...






