Para o tempo da Quaresma, a UP propõe quatro momentos de encontro, formação e convívio, um e cada paróquia da nossa Unidade, para aprofundar o tema do Batismo, e fomentar a união entre todas as paróquias.
Estes encontro decorrem sempre à quarta-feira, às 21h. A paróquia que acolhe é convidada a preparar o momento final de convívio, com algo para comer e beber.
O primeiro encontro será a 25 de fevereiro, em Amor, com o tema «Pelo Batismo, somos filhos e irmãos» (teologia do Batismo), e será orientado pelo Pe. Fernando Varela. A 4 de março, em Monte Real, terá como tema «O Batismo ao longo da História» (história e pastoral), orientado pelo Pe. Filipe Lopes. Carvide, a 11 de março, recebe o encontro sobre «O sentido dos sinais batismais» (ritos da celebração). Termina, a 18 de março, na Vieira, com o tema «Pelo Batismo somos Igreja viva» (compromisso). Estes dois últimos orientados pelo Pe. José Henrique. A participação é livre e não é necessária inscrição.
Paróquia de Amor
Encontros Quaresmais da Unidade Pastoral 4
Para o tempo da Quaresma, a UP propõe quatro momentos de encontro, formação e convívio, um e cada paróquia da nossa Unidade, para aprofunda...
Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Olhar as nossas opções à luz das de Jesus
22 de fevereiro de 2026 | 1.º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
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Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Uma lei que se vive "por dentro"
6.º Domingo do Tempo Comum | 15 de fevereiro de 2026
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Depois das bem-aventuranças e de afirmar que os discípulos são sal e luz, Jesus concretiza a forma de viver de quem acolhe a Palavra e se torna construtor do «Reino». No Evangelho deste domingo, temos quatro indicações concretas: na relação com as outras pessoas, não apenas «não matar», mas construir uma relação no perdão, na não-violência, na compreensão; não apenas «não cometer adultério», mas educar o coração e a ação, a partir do seu mais íntimo, para o respeito pelo outro e pelas opções assumidas; não cultivar aquilo que possa separar os esposos na sua relação, mas procurar trazer para a vida a imagem e semelhança de Deus, tal como a pessoa foi criada; não levantar qualquer suspeita, de tal forma que a palavra dada seja honrada em todo o momento.
Na proposta de Jesus não se trata de ter uma lista do que se pode ou não fazer, do que é ou não é pecado, mas assumir uma atitude interior de relação com Deus que passe para a vida concreta: uma lei que se vive por dentro, e por isso se torna também exterior.
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Depois das bem-aventuranças e de afirmar que os discípulos são sal e luz, Jesus concretiza a forma de viver de quem acolhe a Palavra e se torna construtor do «Reino». No Evangelho deste domingo, temos quatro indicações concretas: na relação com as outras pessoas, não apenas «não matar», mas construir uma relação no perdão, na não-violência, na compreensão; não apenas «não cometer adultério», mas educar o coração e a ação, a partir do seu mais íntimo, para o respeito pelo outro e pelas opções assumidas; não cultivar aquilo que possa separar os esposos na sua relação, mas procurar trazer para a vida a imagem e semelhança de Deus, tal como a pessoa foi criada; não levantar qualquer suspeita, de tal forma que a palavra dada seja honrada em todo o momento.
Na proposta de Jesus não se trata de ter uma lista do que se pode ou não fazer, do que é ou não é pecado, mas assumir uma atitude interior de relação com Deus que passe para a vida concreta: uma lei que se vive por dentro, e por isso se torna também exterior.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
D. José Ornelas preside à Eucaristia no Casal dos Claros e Coucinheira
Na quarta-feira, 11 de fevereiro, o Bispo Diocesana reúne com a Unidade Pastoral (UP) 4 «Campos do Lis», constituída pelas paróquias de Amor, Carvide, Monte Real e Vieira. Pelas 17h, será a reunião do Bispo com os padres da vigararia e a comissão para acompanhar unidades pastorais.
A celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo diocesano, é o momento para o qual se convidam todas as comunidades da UP, e terá a presença de alguns representantes de cada uma das paróquias que ficarão depois para um encontro com o Bispo, às 21h, para um tempo de diálogo sobre a realidade atual da UP e os passos que deverão ser dados de seguida.
A celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo diocesano, é o momento para o qual se convidam todas as comunidades da UP, e terá a presença de alguns representantes de cada uma das paróquias que ficarão depois para um encontro com o Bispo, às 21h, para um tempo de diálogo sobre a realidade atual da UP e os passos que deverão ser dados de seguida.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Ser sal da terra e luz do mundo
5.º Domingo do Tempo Comum | 8 de fevereiro de 2026
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Depois das bem-aventuranças, Jesus continua o "discurso da montanha" afirmando que os discípulos são sal e luz. O sal, que dá sabor à comida e conserva os alimentos, é sinal desse «sabor» novo que os cristãos, pela vivência das bem-aventuranças, são chamados a trazer ao mundo, essa «pequena pitada» que é capaz de trazer um sabor novo à vida; o sal que conserva no meio de tantos sinais menos bons, a presença do «reino» que Jesus veio inaugurar...
A luz que, como a cidade no alto do monte ou a candeia sobre o candelabro, não é para se esconder: não que o cristão deva procurar exibir-se, mas que seja capaz de provocar com gestos proféticos, de assumir as responsabilidades na renovação constante do mundo, de deixar que, através da sua ação, a Luz de Deus continue a brilhar no tempo presente.
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Depois das bem-aventuranças, Jesus continua o "discurso da montanha" afirmando que os discípulos são sal e luz. O sal, que dá sabor à comida e conserva os alimentos, é sinal desse «sabor» novo que os cristãos, pela vivência das bem-aventuranças, são chamados a trazer ao mundo, essa «pequena pitada» que é capaz de trazer um sabor novo à vida; o sal que conserva no meio de tantos sinais menos bons, a presença do «reino» que Jesus veio inaugurar...
A luz que, como a cidade no alto do monte ou a candeia sobre o candelabro, não é para se esconder: não que o cristão deva procurar exibir-se, mas que seja capaz de provocar com gestos proféticos, de assumir as responsabilidades na renovação constante do mundo, de deixar que, através da sua ação, a Luz de Deus continue a brilhar no tempo presente.
sábado, 31 de janeiro de 2026
No caminho da felicidade
1 de fevereiro de 2026 | 4.º Domingo do tempo Comum
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Jesus fala de felicidade, ou de «bem-aventurança»: fala da esperança de uma vida nova para os discípulos que acolhem e vivem a sua palavra, fala da felicidade que conhece da vida do Pai, da sua própria vida, que é feliz enquanto se doa. Fala também de um projeto para quem O segue, de viver plenamente a sua humanidade, e de construir um mundo melhor com os valores do Reino... Fala de um caminho, da vida como caminho, que se abre ao horizonte da plenitude, na eternidade de Deus. Felicidade que é esperança no futuro, felicidade que é presente com sentido.
«Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa»
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Jesus fala de felicidade, ou de «bem-aventurança»: fala da esperança de uma vida nova para os discípulos que acolhem e vivem a sua palavra, fala da felicidade que conhece da vida do Pai, da sua própria vida, que é feliz enquanto se doa. Fala também de um projeto para quem O segue, de viver plenamente a sua humanidade, e de construir um mundo melhor com os valores do Reino... Fala de um caminho, da vida como caminho, que se abre ao horizonte da plenitude, na eternidade de Deus. Felicidade que é esperança no futuro, felicidade que é presente com sentido.
«Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa»
Mateus 5, 3-11
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