9 de agosto de 2026 | 19.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo, onde contemplamos Jesus a andar sobre as águas, é todo ele cheio de simbologia: a “noite” fala da confusão e insegurança em que tantas vezes “navegam” os discípulos; as “ondas” e os “ventos contrários” representam a oposição ao projeto de Jesus... É aí, precisamente, que Jesus se manifesta: Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”. Jesus é o Deus que vela pelo seu Povo e que não deixa que as forças da morte (o “mar”) o destruam.
No meio do mar açoitado pelas ondas, e com ventos contrários, os discípulos, na barca (símbolo da Igreja), são convidados a perceber que o vulto de Jesus não é o de um "fantasma", mas do "Filho de Deus" que está sempre pronto a estender logo a mão para segurar que tem confiança para dizer como Pedro: «Salva-me, Senhor!»
Paróquia de Amor
A mão estendida de Jesus
9 de agosto de 2026 | 19.º Domingo do Tempo Comum Leituras | Comentário | Avisos | Boletim O texto do Evangelho deste domingo, onde co...
Calendário da Paróquia de Amor
domingo, 2 de agosto de 2026
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Compaixão, partilha e Eucaristia
2 de agosto de 2026 | 18.º Domingo do Tempo Comum
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Mateus coloca-nos de novo diante do olhar de compaixão de Jesus. Essa compaixão que O levou a escolher e enviar os apóstolos para cuidar das multidões que andavam como “ovelhas sem pastor”, leva-O a curar os seus doentes. Ao cair da tarde, são os discípulos que se apercebem da fome das multidões e, quando pedem a Jesus que as mande embora para procurarem comida, Ele envolve-os não só na identificação dos problemas, mas na sua resolução: “dai-lhes vós de comer”.
O passo primeiro, o da compaixão, é fundamental. Esse olhar que não deixa indiferente a “fome” das multidões. Mas identificar os problemas não pode deixar os discípulos de lado da busca da solução. Mateus refere os “cinco pães e dois peixes” de que dispõem os discípulos: parece tão insignificante para tão grande quantidade de gente. Mas é aí que está o passo seguinte: a partilha. Entregar o nosso pouco nas mãos de Jesus para que, por Ele, chegue a todos: e isto não apenas dos bens materiais, mas também dos dons que cada um de nós recebeu. O nosso pouco partilhado em comunidade, é capaz de ajudar a matar a fome de muitos. A compaixão completa-se pela partilha.
Mas a narração de Mateus abre-nos a um outro banquete: a Eucaristia. Os gestos e palavras de Jesus apontam-nos para o lugar onde se aprende a compaixão de Jesus pelas multidões, e se vive a partilha da vida de Jesus connosco. Ao celebrar a Eucaristia, somos lançados na aventura de dar continuidade ao sinal do repartir do pão, matando todas as “fomes” das multidões, não apenas as materiais, mas também as de cuidado e atenção, de acompanhamento e esperança, as “fomes” de amor, as “fomes” de Deus.
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Mateus coloca-nos de novo diante do olhar de compaixão de Jesus. Essa compaixão que O levou a escolher e enviar os apóstolos para cuidar das multidões que andavam como “ovelhas sem pastor”, leva-O a curar os seus doentes. Ao cair da tarde, são os discípulos que se apercebem da fome das multidões e, quando pedem a Jesus que as mande embora para procurarem comida, Ele envolve-os não só na identificação dos problemas, mas na sua resolução: “dai-lhes vós de comer”.
O passo primeiro, o da compaixão, é fundamental. Esse olhar que não deixa indiferente a “fome” das multidões. Mas identificar os problemas não pode deixar os discípulos de lado da busca da solução. Mateus refere os “cinco pães e dois peixes” de que dispõem os discípulos: parece tão insignificante para tão grande quantidade de gente. Mas é aí que está o passo seguinte: a partilha. Entregar o nosso pouco nas mãos de Jesus para que, por Ele, chegue a todos: e isto não apenas dos bens materiais, mas também dos dons que cada um de nós recebeu. O nosso pouco partilhado em comunidade, é capaz de ajudar a matar a fome de muitos. A compaixão completa-se pela partilha.
Mas a narração de Mateus abre-nos a um outro banquete: a Eucaristia. Os gestos e palavras de Jesus apontam-nos para o lugar onde se aprende a compaixão de Jesus pelas multidões, e se vive a partilha da vida de Jesus connosco. Ao celebrar a Eucaristia, somos lançados na aventura de dar continuidade ao sinal do repartir do pão, matando todas as “fomes” das multidões, não apenas as materiais, mas também as de cuidado e atenção, de acompanhamento e esperança, as “fomes” de amor, as “fomes” de Deus.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Um tesouro no qual vale a pena apostar tudo
16 de julho de 2026 | 17.º Domingo do Tempo Comum
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A propósito das parábolas que escutamos neste domingo, fica a memória de uma reflexão do Papa Francisco:
«Nos nossos dias, todos sabemos, a vida de algumas pessoas pode ser medíocre e monótona porque provavelmente não foram em busca de um verdadeiro tesouro: contentavam-se com coisas atraentes mas efémeras, com brilho cintilante mas ilusório porque depois deixam na escuridão. Ao contrário, a luz do Reino não é um fogo de artifício, é luz: o fogo de artifício dura apenas um instante, a luz do Reino acompanha-nos toda a vida.
«O Reino dos Céus é o oposto das coisas supérfluas que o mundo oferece, é o oposto de uma vida trivial: é um tesouro que renova a vida todos os dias e a expande para horizontes mais amplos. De facto, aqueles que encontraram este tesouro têm um coração criativo e investigador, que não repete, mas inventa, traça e segue novos caminhos, que nos levam a amar a Deus, a amar os outros, a amar verdadeiramente a nós próprios. O sinal daqueles que caminham por esta vereda do Reino é a criatividade, procurando sempre mais. E criatividade é aquela que ganha a vida e dá vida, dá, dá, dá e dá... Sempre à procura de tantas formas diferentes de dar a vida.
«Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de se sentir comprometido com a aventura da santidade.»
Papa Francisco, Angelus 26-07-2020
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A propósito das parábolas que escutamos neste domingo, fica a memória de uma reflexão do Papa Francisco:
«Nos nossos dias, todos sabemos, a vida de algumas pessoas pode ser medíocre e monótona porque provavelmente não foram em busca de um verdadeiro tesouro: contentavam-se com coisas atraentes mas efémeras, com brilho cintilante mas ilusório porque depois deixam na escuridão. Ao contrário, a luz do Reino não é um fogo de artifício, é luz: o fogo de artifício dura apenas um instante, a luz do Reino acompanha-nos toda a vida.
«O Reino dos Céus é o oposto das coisas supérfluas que o mundo oferece, é o oposto de uma vida trivial: é um tesouro que renova a vida todos os dias e a expande para horizontes mais amplos. De facto, aqueles que encontraram este tesouro têm um coração criativo e investigador, que não repete, mas inventa, traça e segue novos caminhos, que nos levam a amar a Deus, a amar os outros, a amar verdadeiramente a nós próprios. O sinal daqueles que caminham por esta vereda do Reino é a criatividade, procurando sempre mais. E criatividade é aquela que ganha a vida e dá vida, dá, dá, dá e dá... Sempre à procura de tantas formas diferentes de dar a vida.
«Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de se sentir comprometido com a aventura da santidade.»
Papa Francisco, Angelus 26-07-2020
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Trigo e joio, grão de mostarda e fermento... a sabedoria das parábolas
19 de julho de 2026 | 16.º Domingo do Tempo Comum
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Conselhos Económicos reunidos em formação
Os elementos dos Conselhos para os Assuntos Económicos das quatro paróquias da Unidade Pastoral 4, reuniram-se na noite de terça-feira, 14 de julho, na Vieira de Leiria, para terem, em conjunto, um momento de formação. Orientou o encontro o padre Cristiano Saraiva, Ecónomo Diocesano, que apresentou alguns dos pontos essenciais do Regulamento da Administração dos Bens da Igreja, na Diocese de Leiria-Fátima (RABI), decretado pelo Bispo diocesano, em vigor desde janeiro de 2025.
A formação centrou-se essencialmente nos capítulos sobre a Administração dos bens nas Paróquias, clarificando a relação entre as diversas Comissões Administrativas e o Conselho Económico, o Fundo Económico Paroquial, os diversos procedimentos necessários na relação com o Estado e a Diocese, a questão dos estipêndios de Missa, as Festas religiosas, entre outros pontos de interesse para uma boa e transparente gestão dos bens da Igreja.
A formação deu a oportunidade para esclarecimento de dúvidas, e apontou para que, nas diversas paróquias da Unidade Pastoral (Amor, Carvide, Monte Real e Vieira), se adoptem procedimentos iguais , e de acordo como o que está regulamentado no RABI, nestas questões relacionadas com a administração dos bens.
A formação centrou-se essencialmente nos capítulos sobre a Administração dos bens nas Paróquias, clarificando a relação entre as diversas Comissões Administrativas e o Conselho Económico, o Fundo Económico Paroquial, os diversos procedimentos necessários na relação com o Estado e a Diocese, a questão dos estipêndios de Missa, as Festas religiosas, entre outros pontos de interesse para uma boa e transparente gestão dos bens da Igreja.
A formação deu a oportunidade para esclarecimento de dúvidas, e apontou para que, nas diversas paróquias da Unidade Pastoral (Amor, Carvide, Monte Real e Vieira), se adoptem procedimentos iguais , e de acordo como o que está regulamentado no RABI, nestas questões relacionadas com a administração dos bens.
sexta-feira, 10 de julho de 2026
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