Nestes meses de Verão, em que as famílias mais aproveitam as férias das escolas para um tempo de saída e repouso, e as atividades, nas paróquias, ganham ritmos diferentes, é também tempo de programação para que o reinício aconteça bem, sem perder de vista os grandes desafios e os caminhos a percorrer para os atingir. Também na dinâmica da Unidade Pastoral, para que seja cada vez mais uma unidade o que se vive entre as paróquias de Amor, Carvide, Monte Real e Vieira, se foram dando alguns passos para esta programação, e outros vão continuar a ser dados.
Nos vários momentos de encontro, quer da Equipa dos Padres, quer na Equipa Coordenadora, se foi falando da necessidade de juntar as pessoas que coordenam os vários setores de pastoral: para se conhecerem, partilharem as suas experiências, perceberem os desafios comuns, caminhar para uma maior unidade. Foi nesse sentido que, após a reunião da Equipa Coordenadora da UP, a 17 de junho, em Monte Real, ficaram definidas alguns encontros. Já aconteceram dois: um, com os Secretariados Paroquiais da Catequese, das quatro paróquias, que aconteceu a 26 de junho, em Amor; outro, o das quatro Direções dos Agrupamentos de Escuteiros, também em Amor, no dia 2 de julho.
Para o tempo antes do início do novo ano pastoral, está ainda agendado o encontro para os Conselhos Económicos Paroquiais, que será na Vieira, a 14 de julho.
Depois, já no novo ano pastoral, haverá, na Vieira, a 16 de outubro, o encontro da Liturgia (com os Ministros Extraordinários da Comunhão, Zeladores, Leitores, Cantores, Sacristães...). E para o dia 25 de outubro, um domingo, está agendado o "Dia da Unidade Pastoral", em Monte Real.
Até lá, certamente que irão acontecer outros encontros, reuniões, partilhas... para que a Unidade se vá consolidando, passo a passo, acolhendo a identidade própria de cada Paróquia e de cada Movimento e Serviço, enriquecendo-nos com a riqueza da diversidade, crescendo na capacidade da partilha e colaboração, ajudando-nos a ser cada vez mais discípulos de Jesus, chamados a anunciar, viver, testemunhar, celebrar, tornar presente o Reino nesta porção do Povo de Deus que é a UP 4 nos Campos do Lis.
Paróquia de Amor
Passo a passo, no caminho da Unidade
Nestes meses de Verão, em que as famílias mais aproveitam as férias das escolas para um tempo de saída e repouso, e as atividades, nas paró...
Calendário da Paróquia de Amor
quarta-feira, 8 de julho de 2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Simplicidade, humildade, pequenez
5 de julho de 2026 | 14.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Encontro dos Catequistas da Paróquia
No domingo 28 de junho, os Catequistas da Paróquia de Amor tiveram o encontro de final de ano catequético. Depois da celebração da Missa, em Amor, às 9h, o grupo de cerca de 15 catequistas, dos três centro de Catequese da Paróquia, deslocou-se para Fátima, onde começou por visitar a "Casa das Candeias", com a possibilidade de descobrir o caminho e santidade percorrido pelos Pastorinhos, e aprofundar um pouco mais a mensagem de Fátima. Ainda durante a manhã, uma visita guiada ao Jardim Bíblico, ajudou a percorrer os lugares bíblicos, do Antigo e Novo Testamento. A primeira parte terminou com uma passagem pela igreja paroquial de Fátima, com paragem junto à Pia Batismal onde os Pastorinhos receberam o dom de se tornarem filhos de Deus, e o Sacrário junto ao qual tantas vezes rezaram ao "Jesus escondido".
Depois do almoço partilhado no salão paroquial de Fátima, e de algum tempo de convívio, o grupo seguiu em peregrinação a pé para a Ortiga. Uma caminhada descontraída, de convívio e contemplação, e também de oração, que culminou com a vista ao Santuário de Nossa Senhora da Ortiga e, por fim, um lanche partilhado. No final, a convicção de que valeu a pena, e de que há sempre tantas coisas para viver e descobrir, mesmo aqui tão perto.
Depois do almoço partilhado no salão paroquial de Fátima, e de algum tempo de convívio, o grupo seguiu em peregrinação a pé para a Ortiga. Uma caminhada descontraída, de convívio e contemplação, e também de oração, que culminou com a vista ao Santuário de Nossa Senhora da Ortiga e, por fim, um lanche partilhado. No final, a convicção de que valeu a pena, e de que há sempre tantas coisas para viver e descobrir, mesmo aqui tão perto.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Tudo a partir da Relação essencial
28 de junho de 2026 | 13.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo centra-nos no essencial da nossa identidade de discípulos missionários: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir do encontro e relação essencial com Ele. O essencial da nossa fé é Ele, que nos conduz ao Pai e nos dá o seu Espírito.
Mesmo aquelas relações que são as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado em Jesus. As ações e opções da vida de cada dia só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus. Tudo ganha um sentido e luz nova quando iluminado pelo dom de Deus. Esse é o desafio: olhar os outros, olhar a nossa própria vida, olhar cada gesto através do olhar de Deus.
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O texto do Evangelho deste domingo centra-nos no essencial da nossa identidade de discípulos missionários: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir do encontro e relação essencial com Ele. O essencial da nossa fé é Ele, que nos conduz ao Pai e nos dá o seu Espírito.
Mesmo aquelas relações que são as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado em Jesus. As ações e opções da vida de cada dia só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus. Tudo ganha um sentido e luz nova quando iluminado pelo dom de Deus. Esse é o desafio: olhar os outros, olhar a nossa própria vida, olhar cada gesto através do olhar de Deus.
terça-feira, 23 de junho de 2026
Celebrar um ano de atividades
No domingo 14 de junho, Catequese e Escutismo da paróquia de Amor juntaram-se para uma manhã de atividades, nos Barreiros. Quando se aproxima a pausa de Verão dos encontros semanais dos grupos de catequese e dos escuteiros, foi um momento para celebrar o percurso feito, recordar as aprendizagens, agradecer as vivências e promover o encontro e convívio entre todos.
O acolhimento foi feito com um pequeno aquecimento, com música e dança, lançando depois um jogo no qual cada pequena equipa era desafiada a passar por sete postos, cada um a partir de um dos santos padroeiros.
Ao final da manhã, pelas 11h30, juntou-se toda a gente para a celebração da Missa em ação de graças pelo caminho percorrido ao longo do ano. Cada grupo de catequese, e cada unidade dos escuteiros foi convidada a levar um símbolo do caminho feito, que deixou junto ao altar. Com o olhar de compaixão de Jesus, e o chamamento dos Doze, agradecemos por Jesus continuar a olhar-nos com esse olhar de amor e querer contar com cada um de nós para tornar o mundo um pouco melhor.
Por fim, o almoço partilhado, com tempo para o convívio, a conversa e as brincadeiras espontâneas que foram continuando durante a tarde.
O acolhimento foi feito com um pequeno aquecimento, com música e dança, lançando depois um jogo no qual cada pequena equipa era desafiada a passar por sete postos, cada um a partir de um dos santos padroeiros.
Ao final da manhã, pelas 11h30, juntou-se toda a gente para a celebração da Missa em ação de graças pelo caminho percorrido ao longo do ano. Cada grupo de catequese, e cada unidade dos escuteiros foi convidada a levar um símbolo do caminho feito, que deixou junto ao altar. Com o olhar de compaixão de Jesus, e o chamamento dos Doze, agradecemos por Jesus continuar a olhar-nos com esse olhar de amor e querer contar com cada um de nós para tornar o mundo um pouco melhor.
Por fim, o almoço partilhado, com tempo para o convívio, a conversa e as brincadeiras espontâneas que foram continuando durante a tarde.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
A certeza de um amor infinito
21 de junho de 2026 | 12.º Domingo do Tempo Comum
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode ocorrer ao olharmos para a nossa pequenez e fragilidade. Mas não há que temer. Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras onde nos repete "não temais", mas sobretudo através da sua vida.
Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto dos cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão simbólica no Evangelho deste domingo. Uma imagem que nos fala destes mais pequenos pormenores de nós mesmos que apenas Deus, porque ama infinitamente, conhece plenamente em nós. Reforçada com a imagem passarinhos que, sendo preciosos para o Pai, o seu valor em nada se compara com a humanidade: "Não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos".
A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Ele nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos com uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável.
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode ocorrer ao olharmos para a nossa pequenez e fragilidade. Mas não há que temer. Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras onde nos repete "não temais", mas sobretudo através da sua vida.
Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto dos cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão simbólica no Evangelho deste domingo. Uma imagem que nos fala destes mais pequenos pormenores de nós mesmos que apenas Deus, porque ama infinitamente, conhece plenamente em nós. Reforçada com a imagem passarinhos que, sendo preciosos para o Pai, o seu valor em nada se compara com a humanidade: "Não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos".
A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Ele nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos com uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável.
sábado, 13 de junho de 2026
Envolvidos no amor de Deus pelo mundo
14 de junho de 2026 | 11.º Domingo do Tempo Comum
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão. Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. Chama-os e envia-os, são "discípulos missionários".
A "seara" não pode esperar muito tempo, senão corre o risco de se perder a colheita. Assim, Jesus envolve os que chama na compaixão de Deus pela humanidade, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).
A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome? Na realidade atual, no contexto do mundo e da sociedade de hoje, não estaremos também a ser desafiados de novo a reaprender a olhar a vida e a história da humanidade de hoje com a compaixão de Cristo?
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