11 de janeiro de 2025 | Festa do Batismo de Jesus
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A Incarnação é um mergulho de Deus na humanidade, uma imersão no meio dos homens para ser o Emanuel, isto é, Deus connosco, Deus com os seus filhos. A Epifania é um mergulho de Deus no meio de todos os homens, qualquer que seja o seu país, qualquer que seja a sua cultura. Ele é Deus para todos: o seu Filho tem como nome Jesus, isto é, Deus salva todos os homens.
O batismo de Cristo é o seu mergulho no meio dos homens que reconhecem a sua fraqueza e que pedem um batismo de penitência. Jesus, sem pecado, torna-Se solidário com a humanidade na sua riqueza e na sua pobreza.
É a essa humanidade que o Pai apresenta o seu Filho: "Este é o meu Filho muito amado..." Acolhê-l'O e segui-l'O é viver na confiança dos céus abertos para que também nós, com Ele, possamos mergulhar na divindade, mergulhando na nossa verdadeira humanidade.
Paróquia de Amor
O mergulho de Deus
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Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
À procura da Luz
A 3 de janeiro, sábado, ao celebrar a Epifania, os adolescentes da paróquia de Amor foram convidados a percorrer os passos dos Magos na procura da Luz. Cerca de 60 adolescentes dos vários grupos, dos três centros de catequese, juntaram-se em Monte Real para uma atividade paroquial, durante a tarde. O encontro “À procura da Luz” começou com um momento de oração, na Mosteiro de Santa Clara, a que se seguiu um encontro de partilha e diálogo com as Irmãs.
A tarde continuou com um jogo, com vários postos distribuídos por Monte Real nos quais os grupos foram desafiados a fazer caminho com o Magos. Nas atividades, algumas mais lúdicas, outras mais de reflexão e de partilha, com desafios variados, passaram também pelos sinais do Batismo, procurando ajudar a perceber como o Batismo nos envolve na mesma Luz que brilhou para os sábios do Oriente.
Depois do jantar, um tempo de festa e de convívio, que iniciou com uma representação em que os adolescentes apresentaram a história do Natal e da visita dos Magos, e com a partilha de alguns jogos, músicas e outras dinâmicas preparadas pelos grupos.
Como os Magos, o caminho conduziu, por fim, ao encontro com Jesus, seguindo as estrelas, mesmo que nessa noite o céu estivesse mais carregado… A Luz de Jesus conduziu até à Capela da Rainha Santa e, no monte de Monte Real, terminou a atividade com a celebração da Missa, em que cada um foi convidado a acolher a presença de Jesus que continua a querer brilhar para cada um de nós: estar atento, reconhecer os sinais, ter ousadia para se levantar e colocar a caminho e, vencendo os obstáculos, procurar estar com Ele: adorá-lo, e desse encontro ir percebendo outros caminhos para viver na vida de cada dia.
Pela meia-noite, cansados, mas certamente enriquecidos pela experiência deste dia, cada um regressou a sua casa.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Jovens de Amor preparam-se para o Crisma
Nos dias 27 e 28 de dezembro de 2025, os jovens dos três grupos que completaram o 10.º catecismo, juntaram-se no Seminário de Leiria para um fim-de-semana de atividades, com o objetivo de melhor se prepararem para a celebração do sacramento da Confirmação.
O grupo, de 27 jovens, acompanhados pelos catequistas, começou por conhecer os espaços do Seminário. Depois da constituição dos grupos e de um jogo de lançamento, a tarde foi dedicada a um percurso de encontro com os símbolos do Espírito Santo, para, por eles, melhor se prepararem para acolher o Dom de Deus na sua Confirmação. Havendo, nessa noite, a vigília de encerramento do Ano Santo, também se fizeram peregrinos, e participaram neste momento, na Sé de Leiria, terminando a noite com um tempo de convívio.
A manhã do domingo foi dedicada essencialmente a reconhecer os dons do Espírito Santo, e como eles se tornam presentes na vida: no que pensamos, sentimos e fazemos, na força que nos dá para sermos também anunciadores da esperança. A vida acolhida no Batismo, será fortalecida na Confirmação, e é alimentada na Eucaristia, que foi o momento culminante deste encontro: ao início da tarde, a celebração que foi preparada pelos jovens, com a ajuda do Paulo para os cânticos, acolheu os pais e demais familiares que se quiseram juntar na celebração, na capela dos Pastorinhos, no Seminário.
No final, o agradecimento aos catequistas que acompanharam os grupos, não apenas neste encontro, mas ao longo destes anos de aprofundamento da fé. Às famílias, que incentivaram e acompanharam os jovens na sua caminhada. A todos os que dão o seu testemunho de fé e envolvimento na vida da comunidade. Para os jovens, ficou o desafio de deixar entrar o Espírito Santo nas suas vidas, e com Ele encontrarem o caminho da felicidade, na construção de vidas bonitas e bem vividas, como Deus deseja para cada um de nós.
O grupo, de 27 jovens, acompanhados pelos catequistas, começou por conhecer os espaços do Seminário. Depois da constituição dos grupos e de um jogo de lançamento, a tarde foi dedicada a um percurso de encontro com os símbolos do Espírito Santo, para, por eles, melhor se prepararem para acolher o Dom de Deus na sua Confirmação. Havendo, nessa noite, a vigília de encerramento do Ano Santo, também se fizeram peregrinos, e participaram neste momento, na Sé de Leiria, terminando a noite com um tempo de convívio.
A manhã do domingo foi dedicada essencialmente a reconhecer os dons do Espírito Santo, e como eles se tornam presentes na vida: no que pensamos, sentimos e fazemos, na força que nos dá para sermos também anunciadores da esperança. A vida acolhida no Batismo, será fortalecida na Confirmação, e é alimentada na Eucaristia, que foi o momento culminante deste encontro: ao início da tarde, a celebração que foi preparada pelos jovens, com a ajuda do Paulo para os cânticos, acolheu os pais e demais familiares que se quiseram juntar na celebração, na capela dos Pastorinhos, no Seminário.
No final, o agradecimento aos catequistas que acompanharam os grupos, não apenas neste encontro, mas ao longo destes anos de aprofundamento da fé. Às famílias, que incentivaram e acompanharam os jovens na sua caminhada. A todos os que dão o seu testemunho de fé e envolvimento na vida da comunidade. Para os jovens, ficou o desafio de deixar entrar o Espírito Santo nas suas vidas, e com Ele encontrarem o caminho da felicidade, na construção de vidas bonitas e bem vividas, como Deus deseja para cada um de nós.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Deixar-se transformar no encontro com Jesus
4 de janeiro de 2026 | Solenidade da Epifania do Senhor
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No contexto do “Evangelho da Infância”, Mateus oferece-nos o episódio dos magos vindos do Oriente. Os símbolos e imagens usados expressam sobretudo uma mensagem: Jesus é o Messias anunciado e desejado, enviado pelo Pai para oferecer a luz, a vida e a salvação a toda a humanidade. Nem todos O procuram, alguns até O rejeitam, para muitos é-lhes indiferente… Mas, para quem O encontra de verdade, para quem O reconhece verdadeiramente como o Filho de Deus incarnado na fragilidade humana, para quem lhe oferece os seus presentes mais valiosos, a sua vida ganha uma nova luz, um novo horizonte.
A intenção deste episódio é sobretudo catequética. Mateus quer transmitir-nos uma mensagem através dos detalhes narrados na visita dos magos do Oriente.
Por um lado, dá-se a entender a identidade de Jesus. Nasceu em Belém, terra natal do rei David, o que liga Jesus ao Messias anunciado e esperado pelo Povo da Aliança. Mas é procurado e reconhecido por estrangeiros, o que dá a entender, desde o início, que a sua missão não tem fronteiras de raças, lugares ou tempos. Jesus é a “estrela de Jacob” (cf. Num 24, 17), mas a sua luz ilumina toda a humanidade. A prostração e adoração é o reconhecimento da sua divindade, que é reforçada pelos presentes oferecidos: ouro, incenso e mirra. Ligados tradicionalmente à Arábia, estes bens significavam as dádivas de todos os povos ao Messias esperado (cf. Sl 72, 10-11.15; Is 60, 6), mas os cristãos também viram, nessas ofertas, os símbolos da realeza (ouro), da divindade (incenso) e da humanidade sofredora (mirra) de Jesus.
Por outro lado, o texto apresenta a diversidade de reações diante de Jesus. Os magos buscam, Herodes tem medo e rejeita, toda a cidade fica perturbada, os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo ficam indiferentes mesmo conhecendo todas as profecias… A mensagem é a que encontramos também no prólogo do Evangelho de João: “A Luz brilhou nas trevas, mas as trevas não a receberam… Veio para o que era seu, e os seus não O receberam. Mas, a quantos O receberam, aos que n’Ele creem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1, 5.11-12).
O relato termina com o regresso dos magos à sua terra “por outro caminho”. Um voltar renovado pelo encontro com a Luz de Jesus. “Há uma dinâmica sábia entre continuidade e novidade: voltamos «ao nosso país», mas «por outro caminho». Isto indica que somos nós que temos de mudar, de transformar o nosso modo de viver, ainda que seja no ambiente de sempre, de modificar os critérios de julgamento sobre a realidade que nos rodeia” (Papa Francisco). A conversão é, em primeiro lugar, do coração e da mente… Pensar e sentir a partir do encontro com Jesus, da escuta da sua Palavra, do acolhimento do dom da sua vida na Eucaristia.
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No contexto do “Evangelho da Infância”, Mateus oferece-nos o episódio dos magos vindos do Oriente. Os símbolos e imagens usados expressam sobretudo uma mensagem: Jesus é o Messias anunciado e desejado, enviado pelo Pai para oferecer a luz, a vida e a salvação a toda a humanidade. Nem todos O procuram, alguns até O rejeitam, para muitos é-lhes indiferente… Mas, para quem O encontra de verdade, para quem O reconhece verdadeiramente como o Filho de Deus incarnado na fragilidade humana, para quem lhe oferece os seus presentes mais valiosos, a sua vida ganha uma nova luz, um novo horizonte.
A intenção deste episódio é sobretudo catequética. Mateus quer transmitir-nos uma mensagem através dos detalhes narrados na visita dos magos do Oriente.
Por um lado, dá-se a entender a identidade de Jesus. Nasceu em Belém, terra natal do rei David, o que liga Jesus ao Messias anunciado e esperado pelo Povo da Aliança. Mas é procurado e reconhecido por estrangeiros, o que dá a entender, desde o início, que a sua missão não tem fronteiras de raças, lugares ou tempos. Jesus é a “estrela de Jacob” (cf. Num 24, 17), mas a sua luz ilumina toda a humanidade. A prostração e adoração é o reconhecimento da sua divindade, que é reforçada pelos presentes oferecidos: ouro, incenso e mirra. Ligados tradicionalmente à Arábia, estes bens significavam as dádivas de todos os povos ao Messias esperado (cf. Sl 72, 10-11.15; Is 60, 6), mas os cristãos também viram, nessas ofertas, os símbolos da realeza (ouro), da divindade (incenso) e da humanidade sofredora (mirra) de Jesus.
Por outro lado, o texto apresenta a diversidade de reações diante de Jesus. Os magos buscam, Herodes tem medo e rejeita, toda a cidade fica perturbada, os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo ficam indiferentes mesmo conhecendo todas as profecias… A mensagem é a que encontramos também no prólogo do Evangelho de João: “A Luz brilhou nas trevas, mas as trevas não a receberam… Veio para o que era seu, e os seus não O receberam. Mas, a quantos O receberam, aos que n’Ele creem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1, 5.11-12).
O relato termina com o regresso dos magos à sua terra “por outro caminho”. Um voltar renovado pelo encontro com a Luz de Jesus. “Há uma dinâmica sábia entre continuidade e novidade: voltamos «ao nosso país», mas «por outro caminho». Isto indica que somos nós que temos de mudar, de transformar o nosso modo de viver, ainda que seja no ambiente de sempre, de modificar os critérios de julgamento sobre a realidade que nos rodeia” (Papa Francisco). A conversão é, em primeiro lugar, do coração e da mente… Pensar e sentir a partir do encontro com Jesus, da escuta da sua Palavra, do acolhimento do dom da sua vida na Eucaristia.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
O segredo desta família
28 de dezembro de 2025 | Festa da Sagrada Família
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Na celebração da Festa da Sagrada Família, o texto do Evangelho apresenta-nos uma família que, como qualquer família se defronta com crises, dificuldades e contrariedades.
No entanto, esta é uma família onde cada membro está solidário com o outro e está disposto a partilhar os riscos que o outro corre. Esta é uma família onde cada membro aceita renunciar ao comodismo e sacrificar-se para que o outro possa viver. Esta é uma família onde os problemas de um são os problemas de todos e onde todos estão dispostos a arriscar, quando se trata de defender o outro… Por isso, é uma família que se mantém unida e solidária.
É também uma família onde se escuta a Palavra de Deus e onde se aprende a ler os sinais de Deus. É aí que consegue encontrar as soluções para vencer as contrariedades e para descobrir os caminhos a percorrer, a fim de assegurar a cada um dos seus membros a vida e o futuro.
É, ainda, uma família que obedece a Deus. Diante das indicações de Deus, não discute nem argumenta: cumpre à risca os desígnios de Deus, e é precisamente isso que assegura a esta família um futuro de vida, de tranquilidade e de paz.
O segredo desta família é a confiança e a fidelidade, alicerçada no encontro com Deus: e este é também o caminho de qualquer família rumo a esta santidade do quotidiano, pronta a enfrentar as crises, dificuldades e contrariedades que sempre batem à porta…
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Na celebração da Festa da Sagrada Família, o texto do Evangelho apresenta-nos uma família que, como qualquer família se defronta com crises, dificuldades e contrariedades.
No entanto, esta é uma família onde cada membro está solidário com o outro e está disposto a partilhar os riscos que o outro corre. Esta é uma família onde cada membro aceita renunciar ao comodismo e sacrificar-se para que o outro possa viver. Esta é uma família onde os problemas de um são os problemas de todos e onde todos estão dispostos a arriscar, quando se trata de defender o outro… Por isso, é uma família que se mantém unida e solidária.
É também uma família onde se escuta a Palavra de Deus e onde se aprende a ler os sinais de Deus. É aí que consegue encontrar as soluções para vencer as contrariedades e para descobrir os caminhos a percorrer, a fim de assegurar a cada um dos seus membros a vida e o futuro.
É, ainda, uma família que obedece a Deus. Diante das indicações de Deus, não discute nem argumenta: cumpre à risca os desígnios de Deus, e é precisamente isso que assegura a esta família um futuro de vida, de tranquilidade e de paz.
O segredo desta família é a confiança e a fidelidade, alicerçada no encontro com Deus: e este é também o caminho de qualquer família rumo a esta santidade do quotidiano, pronta a enfrentar as crises, dificuldades e contrariedades que sempre batem à porta…
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
Um nome que é missão: "o Senhor salva"
21 de dezembro de 2025 | 4.º Domingo do Advento
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Ao aproximar-se a celebração do nascimento de Jesus, o 4.º Domingo do Advento oferece-nos o texto do anúncio do Anjo a José. No sonho, ele percebe a sua própria missão, mas também, e fundamentalmente, a missão de Jesus: Jesus é Aquele que assume o seu nome na plenitude, pois “Jesus” significa “o Senhor salva”. E Ele salva-nos de facto!
Fazendo-se um connosco, Jesus Cristo traz à humanidade a plenitude da sua divindade e vive a humanidade da forma mais plena. Por isso, Ele é o «caminho, verdade e vida» daqueles que aceitam o projeto de serem plenamente Homens no seu seguimento, para se encaminharem para Deus.
Jesus salva-nos de facto pois nos dá a possibilidade de viver plenamente a nossa humanidade, como Ele o fez, de correspondermos ao sonho de Deus, como Ele o fez, de confiarmos no Pai, como Ele o fez. Seguir Jesus é aventurar-se neste caminho de salvação que restabelece a humanidade que, pelo pecado, se afasta da sua mais verdadeira e autêntica humanidade.
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Ao aproximar-se a celebração do nascimento de Jesus, o 4.º Domingo do Advento oferece-nos o texto do anúncio do Anjo a José. No sonho, ele percebe a sua própria missão, mas também, e fundamentalmente, a missão de Jesus: Jesus é Aquele que assume o seu nome na plenitude, pois “Jesus” significa “o Senhor salva”. E Ele salva-nos de facto!
Fazendo-se um connosco, Jesus Cristo traz à humanidade a plenitude da sua divindade e vive a humanidade da forma mais plena. Por isso, Ele é o «caminho, verdade e vida» daqueles que aceitam o projeto de serem plenamente Homens no seu seguimento, para se encaminharem para Deus.
Jesus salva-nos de facto pois nos dá a possibilidade de viver plenamente a nossa humanidade, como Ele o fez, de correspondermos ao sonho de Deus, como Ele o fez, de confiarmos no Pai, como Ele o fez. Seguir Jesus é aventurar-se neste caminho de salvação que restabelece a humanidade que, pelo pecado, se afasta da sua mais verdadeira e autêntica humanidade.
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