Festa em honra de São Paulo, em Amor

 

Calendário da Paróquia de Amor

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Festa em honra de São Paulo, em Amor


 

Um tesouro no qual vale a pena apostar tudo

16 de julho de 2026 | 17.º Domingo do Tempo Comum
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A propósito das parábolas que escutamos neste domingo, fica a memória de uma reflexão do Papa Francisco:

«Nos nossos dias, todos sabemos, a vida de algumas pessoas pode ser medíocre e monótona porque provavelmente não foram em busca de um verdadeiro tesouro: contentavam-se com coisas atraentes mas efémeras, com brilho cintilante mas ilusório porque depois deixam na escuridão. Ao contrário, a luz do Reino não é um fogo de artifício, é luz: o fogo de artifício dura apenas um instante, a luz do Reino acompanha-nos toda a vida.

«O Reino dos Céus é o oposto das coisas supérfluas que o mundo oferece, é o oposto de uma vida trivial: é um tesouro que renova a vida todos os dias e a expande para horizontes mais amplos. De facto, aqueles que encontraram este tesouro têm um coração criativo e investigador, que não repete, mas inventa, traça e segue novos caminhos, que nos levam a amar a Deus, a amar os outros, a amar verdadeiramente a nós próprios. O sinal daqueles que caminham por esta vereda do Reino é a criatividade, procurando sempre mais. E criatividade é aquela que ganha a vida e dá vida, dá, dá, dá e dá... Sempre à procura de tantas formas diferentes de dar a vida.

«Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de se sentir comprometido com a aventura da santidade.»

Papa Francisco, Angelus 26-07-2020

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Trigo e joio, grão de mostarda e fermento... a sabedoria das parábolas

19 de julho de 2026 | 16.º Domingo do Tempo Comum
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.

Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Conselhos Económicos reunidos em formação

Os elementos dos Conselhos para os Assuntos Económicos das quatro paróquias da Unidade Pastoral 4, reuniram-se na noite de terça-feira, 14 de julho, na Vieira de Leiria, para terem, em conjunto, um momento de formação. Orientou o encontro o padre Cristiano Saraiva, Ecónomo Diocesano, que apresentou alguns dos pontos essenciais do Regulamento da Administração dos Bens da Igreja, na Diocese de Leiria-Fátima (RABI), decretado pelo Bispo diocesano, em vigor desde janeiro de 2025.

A formação centrou-se essencialmente nos capítulos sobre a Administração dos bens nas Paróquias, clarificando a relação entre as diversas Comissões Administrativas e o Conselho Económico, o Fundo Económico Paroquial, os diversos procedimentos necessários na relação com o Estado e a Diocese, a questão dos estipêndios de Missa, as Festas religiosas, entre outros pontos de interesse para uma boa e transparente gestão dos bens da Igreja.

A formação deu a oportunidade para esclarecimento de dúvidas, e apontou para que, nas diversas paróquias da Unidade Pastoral (Amor, Carvide, Monte Real e Vieira), se adoptem procedimentos iguais , e de acordo como o que está regulamentado no RABI, nestas questões relacionadas com a administração dos bens.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Festa em honra de Nossa Senhora de Fátima

A semente é lançada. Como é acolhida?

12 de julho de 2026 | 15.º Domingo do Tempo Comum
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente. Apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!

Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto. Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor.

Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Passo a passo, no caminho da Unidade

Nestes meses de Verão, em que as famílias mais aproveitam as férias das escolas para um tempo de saída e repouso, e as atividades, nas paróquias, ganham ritmos diferentes, é também tempo de programação para que o reinício aconteça bem, sem perder de vista os grandes desafios e os caminhos a percorrer para os atingir. Também na dinâmica da Unidade Pastoral, para que seja cada vez mais uma unidade o que se vive entre as paróquias de Amor, Carvide, Monte Real e Vieira, se foram dando alguns passos para esta programação, e outros vão continuar a ser dados.

Nos vários momentos de encontro, quer da Equipa dos Padres, quer na Equipa Coordenadora, se foi falando da necessidade de juntar as pessoas que coordenam os vários setores de pastoral: para se conhecerem, partilharem as suas experiências, perceberem os desafios comuns, caminhar para uma maior unidade. Foi nesse sentido que, após a reunião da Equipa Coordenadora da UP, a 17 de junho, em Monte Real, ficaram definidas alguns encontros. Já aconteceram dois: um, com os Secretariados Paroquiais da Catequese, das quatro paróquias, que aconteceu a 26 de junho, em Amor; outro, o das quatro Direções dos Agrupamentos de Escuteiros, também em Amor, no dia 2 de julho.

Para o tempo antes do início do novo ano pastoral, está ainda agendado o encontro para os Conselhos Económicos Paroquiais, que será na Vieira, a 14 de julho.

Depois, já no novo ano pastoral, haverá, na Vieira, a 16 de outubro, o encontro da Liturgia (com os Ministros Extraordinários da Comunhão, Zeladores, Leitores, Cantores, Sacristães...). E para o dia 25 de outubro, um domingo, está agendado o "Dia da Unidade Pastoral", em Monte Real.

Até lá, certamente que irão acontecer outros encontros, reuniões, partilhas... para que a Unidade se vá consolidando, passo a passo, acolhendo a identidade própria de cada Paróquia e de cada Movimento e Serviço, enriquecendo-nos com a riqueza da diversidade, crescendo na capacidade da partilha e colaboração, ajudando-nos a ser cada vez mais discípulos de Jesus, chamados a anunciar, viver, testemunhar, celebrar, tornar presente o Reino nesta porção do Povo de Deus que é a UP 4 nos Campos do Lis.