13 de setembro de 2026 | 24.º Domingo do Tempo Comum
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Mais que uma conta simples de resolver, esta é a expressão da total gratuitidade, da radical totalidade, falta de limites na capacidade de perdoar de Deus. Se o 7 tem o sentido da totalidade, quanto mais 70 x 7 assume uma perspetiva de plenitude, sem limites, absoluto e ilimitado.
A pergunta que Pedro faz ao Mestre aponta já para um «sem-limite» no perdão. Mas a resposta de Jesus transporta para uma lógica divida, eterna. É nessa lógica que somos convidados a entrar: experienciar e deixar-se transformar pelo acolhimento do amor de Deus para o transportar na relação com os outros.
Setenta vezes sete nas contas de Deus
13 de setembro de 2026 | 24.º Domingo do Tempo Comum Leituras | Comentário | Avisos | Boletim Mais que uma conta simples de resolver, ...
Calendário da Paróquia de Amor
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Percurso Alpha
O Alpha é um percurso de 11 sessões que cria um espaço onde as pessoas trazem os seus amigos para conversar sobre a fé, a vida e Deus.
São sessões interativas que exploram os fundamentos da fé cristã, realizadas em um ambiente acolhedor e amigável, uma oportunidade para qualquer pessoa, independentemente das suas crenças, para fazer perguntas e explorar a fé de maneira aberta e honesta.
No dia 1 de outubro, quinta-feira, haverá um encontro de lançamento desta proposta na capela de Picassinos, Marinha Grande, onde decorrerá um novo Alpha: para esse dia, convida-se os interessados em conhecer este percurso para um jantar simples, pelas 20h. Para ser contactado basta manifestar essa intenção em paroquiadamarinhagrande.pt.
São sessões interativas que exploram os fundamentos da fé cristã, realizadas em um ambiente acolhedor e amigável, uma oportunidade para qualquer pessoa, independentemente das suas crenças, para fazer perguntas e explorar a fé de maneira aberta e honesta.
No dia 1 de outubro, quinta-feira, haverá um encontro de lançamento desta proposta na capela de Picassinos, Marinha Grande, onde decorrerá um novo Alpha: para esse dia, convida-se os interessados em conhecer este percurso para um jantar simples, pelas 20h. Para ser contactado basta manifestar essa intenção em paroquiadamarinhagrande.pt.
Somos responsáveis uns pelos outros
6 de setembro de 2026 | 23.º Domingo do Tempo Comum
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Na realidade atual onde parece prevalecer o culto do individualismo, onde tudo parece aceitável e tolerável, onde também a vivência da fé parece estar relegada para o campo da interioridade individual de cada um, o Evangelho deste domingo vem de novo reforçar a necessidade de “cuidarmos” uns dos outros, de nos preocuparmos com a “saúde espiritual” do outro.
Somos responsáveis não apenas por nós próprios, mas também por aqueles que temos a nosso lado. Por isso, perante uma atitude que nos possa parecer mais ofensiva, olhando-a com o olhar da caridade de Jesus, o próprio Jesus nos desafia a não ficar parados, deixando que o outro se afaste ou destrua: vai ter com ele a sós. Se não resultar, volta com mais alguns, volta a tentar sempre… Se mesmo assim não se conseguir a reconciliação, vê o outro sempre como alguém a quem és chamado a amar.
A unidade é algo de essencial, tão forte que, vivida na verdade do amor de Jesus, torna Jesus aí presente.
A fé em Deus arranca-nos necessariamente do isolamento: ela torna-nos cúmplices do mesmo Amor que se torna responsabilidade para com o outro, e este cuidar do outro não é deixar passar tudo – é advertência e correção: tarefa que não é para ser vivida como uma afirmação de superioridade ou arrogância por quem a faz, nem de inferioridade de quem a recebe, mas num espaço de mútuo crescimento na caridade.
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Na realidade atual onde parece prevalecer o culto do individualismo, onde tudo parece aceitável e tolerável, onde também a vivência da fé parece estar relegada para o campo da interioridade individual de cada um, o Evangelho deste domingo vem de novo reforçar a necessidade de “cuidarmos” uns dos outros, de nos preocuparmos com a “saúde espiritual” do outro.
Somos responsáveis não apenas por nós próprios, mas também por aqueles que temos a nosso lado. Por isso, perante uma atitude que nos possa parecer mais ofensiva, olhando-a com o olhar da caridade de Jesus, o próprio Jesus nos desafia a não ficar parados, deixando que o outro se afaste ou destrua: vai ter com ele a sós. Se não resultar, volta com mais alguns, volta a tentar sempre… Se mesmo assim não se conseguir a reconciliação, vê o outro sempre como alguém a quem és chamado a amar.
A unidade é algo de essencial, tão forte que, vivida na verdade do amor de Jesus, torna Jesus aí presente.
A fé em Deus arranca-nos necessariamente do isolamento: ela torna-nos cúmplices do mesmo Amor que se torna responsabilidade para com o outro, e este cuidar do outro não é deixar passar tudo – é advertência e correção: tarefa que não é para ser vivida como uma afirmação de superioridade ou arrogância por quem a faz, nem de inferioridade de quem a recebe, mas num espaço de mútuo crescimento na caridade.
sábado, 29 de agosto de 2026
O que é ganhar ou perder a vida?
30 de agosto de 2026 | 22.º Domingo do Tempo Comum
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«As palavras de Jesus ao discípulo falam da necessária perda de si, da sua própria vida, para a encontrar (cf. Mt 16,24-26). Exigem, portanto, um renegar de si mesmo, parar de conhecer-se, sair de uma vida auto-centrada, da procura de auto-justificações, para encontrar-se como dom e alcançar, pela graça, a verdadeira vida. Trata-se de uma passagem pascal da vida como posse e como poder, à vida como dom e graça. É a vida vivida em Cristo e por Cristo, é a vida de Cristo em nós: "Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la" (Mt 16,25). "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?" (Mt 16,26). O texto deixa antever a situação de todos os homens tentados a possuir, a ampliar o campo de ação para fora de si, a acumular, falhando a vida, perdendo-se. Talvez isso aconteça para não se encontrarem a si mesmos, para não entrarem no doloroso face-a-face consigo.
Seguir Cristo significa colocar a nossa vida na Sua vida, por amor. O que por amor se perde, na realidade não é perdido, mas oferecido. E o que é oferecido por amor é encontrado na relação.» (Texto de Luciano Manicardi)
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«As palavras de Jesus ao discípulo falam da necessária perda de si, da sua própria vida, para a encontrar (cf. Mt 16,24-26). Exigem, portanto, um renegar de si mesmo, parar de conhecer-se, sair de uma vida auto-centrada, da procura de auto-justificações, para encontrar-se como dom e alcançar, pela graça, a verdadeira vida. Trata-se de uma passagem pascal da vida como posse e como poder, à vida como dom e graça. É a vida vivida em Cristo e por Cristo, é a vida de Cristo em nós: "Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la" (Mt 16,25). "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?" (Mt 16,26). O texto deixa antever a situação de todos os homens tentados a possuir, a ampliar o campo de ação para fora de si, a acumular, falhando a vida, perdendo-se. Talvez isso aconteça para não se encontrarem a si mesmos, para não entrarem no doloroso face-a-face consigo.
Seguir Cristo significa colocar a nossa vida na Sua vida, por amor. O que por amor se perde, na realidade não é perdido, mas oferecido. E o que é oferecido por amor é encontrado na relação.» (Texto de Luciano Manicardi)
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Formação cristã com adultos e catequeses de preparação para o Crisma
No início do novo ano pastoral de 2026 - 2027, a Vigararia do Vale do Lis, com as suas 3 Unidades Pastorais e 12 paróquias, entre as quais a paróquia de Amor, vai dar início a um percurso de catequese com adultos (maiores de 21 anos de idade) que queiram prepara-se para a celebração de algum ou de todos os sacramentos da Iniciação Cristã (Batismo, Crisma e Eucaristia), ou que desejarem fazer uma caminhada catequética de aprofundamento da fé cristã com outros adultos.
Os encontros serão aos sábados, pelas 21h, quinzenalmente, estando previsto que decorram na paróquia da Ortigosa. O início deste percurso com 16 encontros, está agendado para o dia 10 de outubro de 2026, concluindo em maio de 2027.
Os adultos interessados em vivenciar este percurso de formação cristã devem dirigir-se ao Cartório Paroquial para fazer a sua inscrição.
E para mim, quem é Jesus?
23 de agosto de 2026 | 21.º Domingo do Tempo Comum
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Jesus pergunta aos discípulos «Quem dizem os homens que é o Filho do homem?» e, depois voltando-se diretamente para os discípulos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»
A opinião dos “homens” não capta a condição única de Jesus, a sua novidade e originalidade. Reconhecem que Jesus é um homem convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão. Olham para Jesus como um profeta, na linha dos grandes profetas da história do Povo de Deus. É muito, mas não é o suficiente. A opinião dos discípulos acerca de Jesus vai muito além da opinião comum. Pedro, porta-voz da comunidade dos discípulos, proclama: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Nestes dois títulos resume-se a fé da Igreja. Dizer que Jesus é “o Cristo” (Messias) significa dizer que Ele é esse libertador que Israel esperava. No entanto, Jesus é também o “Filho de Deus”: significa reconhecer a profunda unidade e intimidade entre Jesus e o Pai, e que Jesus conhece e realiza os projetos do Pai no meio dos homens.
Na resposta, Jesus esclarece que esta fé é um dom de Deus. E, de seguida, nomeia Pedro para “administrador” da Igreja, com autoridade para interpretar as palavras de Jesus, para adaptar os ensinamentos de Jesus a novas necessidades e situações, e para acolher ou não novos membros na comunidade dos discípulos do Reino. Pedro é o protótipo do discípulo: nele, está representada a comunidade que se reúne em volta de Jesus e que proclama a sua fé em Jesus como o “Messias” e o “Filho de Deus”. É a essa comunidade, representada por Pedro, que Jesus se confia.
Pedro é feliz, encontra-se a si mesmo e à sua missão, na relação de fé com Jesus. Desse progressivo conhecimento nasceu a capacidade de conhecer Jesus “por dentro”, e por isso O seguiu e por Ele deu a vida. Também no nosso caminho como cristão, e para que esse caminho tenha sentido, se faz ecoar a mesma questão daquele dia: e para mim, quem é Jesus?
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Jesus pergunta aos discípulos «Quem dizem os homens que é o Filho do homem?» e, depois voltando-se diretamente para os discípulos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»
A opinião dos “homens” não capta a condição única de Jesus, a sua novidade e originalidade. Reconhecem que Jesus é um homem convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão. Olham para Jesus como um profeta, na linha dos grandes profetas da história do Povo de Deus. É muito, mas não é o suficiente. A opinião dos discípulos acerca de Jesus vai muito além da opinião comum. Pedro, porta-voz da comunidade dos discípulos, proclama: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Nestes dois títulos resume-se a fé da Igreja. Dizer que Jesus é “o Cristo” (Messias) significa dizer que Ele é esse libertador que Israel esperava. No entanto, Jesus é também o “Filho de Deus”: significa reconhecer a profunda unidade e intimidade entre Jesus e o Pai, e que Jesus conhece e realiza os projetos do Pai no meio dos homens.
Na resposta, Jesus esclarece que esta fé é um dom de Deus. E, de seguida, nomeia Pedro para “administrador” da Igreja, com autoridade para interpretar as palavras de Jesus, para adaptar os ensinamentos de Jesus a novas necessidades e situações, e para acolher ou não novos membros na comunidade dos discípulos do Reino. Pedro é o protótipo do discípulo: nele, está representada a comunidade que se reúne em volta de Jesus e que proclama a sua fé em Jesus como o “Messias” e o “Filho de Deus”. É a essa comunidade, representada por Pedro, que Jesus se confia.
Pedro é feliz, encontra-se a si mesmo e à sua missão, na relação de fé com Jesus. Desse progressivo conhecimento nasceu a capacidade de conhecer Jesus “por dentro”, e por isso O seguiu e por Ele deu a vida. Também no nosso caminho como cristão, e para que esse caminho tenha sentido, se faz ecoar a mesma questão daquele dia: e para mim, quem é Jesus?
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
A fé posta à prova
16 de agosto de 2026 | 20.º Domingo do Tempo Comum
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Não é apenas a fé daquela mulher que é posta à prova perante, primeiro, o silêncio de Jesus Cristo e, depois, as respostas duras que parecem querer afastar aquela “estrangeira” que seria indigna da atenção de Deus… É também posta à prova a ideia daqueles que se consideravam os únicos dignos da atenção de Deus, como Povo escolhido e que, na pessoa dos discípulos, se sentem incomodados com a forma como Jesus trata aquela mulher. Jesus, com esta atitude, ajuda-nos a compreender a incompreensibilidade da exclusão e do sectarismo, numa comunidade que é convidada a ser “Católica” (universal), aberta à totalidade da diversidade humana.
Mas esta cena narrada por Mateus ajuda-nos a perceber que a fé é, também, uma confiança que se deixa pôr à prova perante os “silêncios de Deus” e as respostas que (por vezes) nos possam parecer contrárias às expectativas geradas. Convida-nos a olhar a fé não como algo adquirido pelo facto de se fazer parte de um certo grupo humano onde socialmente se celebram algumas "festas" dentro das “tradições” locais, que fazem afirmar os "direitos" de quem tem "todas as comunhões", mas como uma relação de confiança que constantemente se constrói.
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Não é apenas a fé daquela mulher que é posta à prova perante, primeiro, o silêncio de Jesus Cristo e, depois, as respostas duras que parecem querer afastar aquela “estrangeira” que seria indigna da atenção de Deus… É também posta à prova a ideia daqueles que se consideravam os únicos dignos da atenção de Deus, como Povo escolhido e que, na pessoa dos discípulos, se sentem incomodados com a forma como Jesus trata aquela mulher. Jesus, com esta atitude, ajuda-nos a compreender a incompreensibilidade da exclusão e do sectarismo, numa comunidade que é convidada a ser “Católica” (universal), aberta à totalidade da diversidade humana.
Mas esta cena narrada por Mateus ajuda-nos a perceber que a fé é, também, uma confiança que se deixa pôr à prova perante os “silêncios de Deus” e as respostas que (por vezes) nos possam parecer contrárias às expectativas geradas. Convida-nos a olhar a fé não como algo adquirido pelo facto de se fazer parte de um certo grupo humano onde socialmente se celebram algumas "festas" dentro das “tradições” locais, que fazem afirmar os "direitos" de quem tem "todas as comunhões", mas como uma relação de confiança que constantemente se constrói.
«O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas»
15 de agosto de 2026 | Solenidade da Assunção
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Embrenhados nas rotinas que fazem parte das nossas vidas, muitas vezes mergulhados por preocupações e afazeres que pedem muito de nós, limitamo-nos a viver o tempo presente centrados apenas na sucessão dos dias. Torna-se muito difícil para nós pensar no dia de amanhã. E mais difícil ainda pensar no que nos espera no fim desta nossa vida cheia e atarefada.
Celebrar a Assunção de Nossa Senhora ao Céu convida-nos a olhar para além das correrias do nosso dia-a-dia e contemplar aquilo que nos espera no final das nossas vidas: o encontro com Cristo ressuscitado, que nos ressuscita.
[Esta solenidade] empurra-nos para isso mesmo, para o maravilhamento perante o triunfo de Cristo sobre a morte, que em Nossa Senhora já resplandece.
Pe. Eduardo Caseiro
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Embrenhados nas rotinas que fazem parte das nossas vidas, muitas vezes mergulhados por preocupações e afazeres que pedem muito de nós, limitamo-nos a viver o tempo presente centrados apenas na sucessão dos dias. Torna-se muito difícil para nós pensar no dia de amanhã. E mais difícil ainda pensar no que nos espera no fim desta nossa vida cheia e atarefada.
Celebrar a Assunção de Nossa Senhora ao Céu convida-nos a olhar para além das correrias do nosso dia-a-dia e contemplar aquilo que nos espera no final das nossas vidas: o encontro com Cristo ressuscitado, que nos ressuscita.
[Esta solenidade] empurra-nos para isso mesmo, para o maravilhamento perante o triunfo de Cristo sobre a morte, que em Nossa Senhora já resplandece.
Pe. Eduardo Caseiro
domingo, 2 de agosto de 2026
A mão estendida de Jesus
9 de agosto de 2026 | 19.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo, onde contemplamos Jesus a andar sobre as águas, é todo ele cheio de simbologia: a “noite” fala da confusão e insegurança em que tantas vezes “navegam” os discípulos; as “ondas” e os “ventos contrários” representam a oposição ao projeto de Jesus... É aí, precisamente, que Jesus se manifesta: Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”. Jesus é o Deus que vela pelo seu Povo e que não deixa que as forças da morte (o “mar”) o destruam.
No meio do mar açoitado pelas ondas, e com ventos contrários, os discípulos, na barca (símbolo da Igreja), são convidados a perceber que o vulto de Jesus não é o de um "fantasma", mas do "Filho de Deus" que está sempre pronto a estender logo a mão para segurar que tem confiança para dizer como Pedro: «Salva-me, Senhor!»
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O texto do Evangelho deste domingo, onde contemplamos Jesus a andar sobre as águas, é todo ele cheio de simbologia: a “noite” fala da confusão e insegurança em que tantas vezes “navegam” os discípulos; as “ondas” e os “ventos contrários” representam a oposição ao projeto de Jesus... É aí, precisamente, que Jesus se manifesta: Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”. Jesus é o Deus que vela pelo seu Povo e que não deixa que as forças da morte (o “mar”) o destruam.
No meio do mar açoitado pelas ondas, e com ventos contrários, os discípulos, na barca (símbolo da Igreja), são convidados a perceber que o vulto de Jesus não é o de um "fantasma", mas do "Filho de Deus" que está sempre pronto a estender logo a mão para segurar que tem confiança para dizer como Pedro: «Salva-me, Senhor!»
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Compaixão, partilha e Eucaristia
2 de agosto de 2026 | 18.º Domingo do Tempo Comum
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Mateus coloca-nos de novo diante do olhar de compaixão de Jesus. Essa compaixão que O levou a escolher e enviar os apóstolos para cuidar das multidões que andavam como “ovelhas sem pastor”, leva-O a curar os seus doentes. Ao cair da tarde, são os discípulos que se apercebem da fome das multidões e, quando pedem a Jesus que as mande embora para procurarem comida, Ele envolve-os não só na identificação dos problemas, mas na sua resolução: “dai-lhes vós de comer”.
O passo primeiro, o da compaixão, é fundamental. Esse olhar que não deixa indiferente a “fome” das multidões. Mas identificar os problemas não pode deixar os discípulos de lado da busca da solução. Mateus refere os “cinco pães e dois peixes” de que dispõem os discípulos: parece tão insignificante para tão grande quantidade de gente. Mas é aí que está o passo seguinte: a partilha. Entregar o nosso pouco nas mãos de Jesus para que, por Ele, chegue a todos: e isto não apenas dos bens materiais, mas também dos dons que cada um de nós recebeu. O nosso pouco partilhado em comunidade, é capaz de ajudar a matar a fome de muitos. A compaixão completa-se pela partilha.
Mas a narração de Mateus abre-nos a um outro banquete: a Eucaristia. Os gestos e palavras de Jesus apontam-nos para o lugar onde se aprende a compaixão de Jesus pelas multidões, e se vive a partilha da vida de Jesus connosco. Ao celebrar a Eucaristia, somos lançados na aventura de dar continuidade ao sinal do repartir do pão, matando todas as “fomes” das multidões, não apenas as materiais, mas também as de cuidado e atenção, de acompanhamento e esperança, as “fomes” de amor, as “fomes” de Deus.
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Mateus coloca-nos de novo diante do olhar de compaixão de Jesus. Essa compaixão que O levou a escolher e enviar os apóstolos para cuidar das multidões que andavam como “ovelhas sem pastor”, leva-O a curar os seus doentes. Ao cair da tarde, são os discípulos que se apercebem da fome das multidões e, quando pedem a Jesus que as mande embora para procurarem comida, Ele envolve-os não só na identificação dos problemas, mas na sua resolução: “dai-lhes vós de comer”.
O passo primeiro, o da compaixão, é fundamental. Esse olhar que não deixa indiferente a “fome” das multidões. Mas identificar os problemas não pode deixar os discípulos de lado da busca da solução. Mateus refere os “cinco pães e dois peixes” de que dispõem os discípulos: parece tão insignificante para tão grande quantidade de gente. Mas é aí que está o passo seguinte: a partilha. Entregar o nosso pouco nas mãos de Jesus para que, por Ele, chegue a todos: e isto não apenas dos bens materiais, mas também dos dons que cada um de nós recebeu. O nosso pouco partilhado em comunidade, é capaz de ajudar a matar a fome de muitos. A compaixão completa-se pela partilha.
Mas a narração de Mateus abre-nos a um outro banquete: a Eucaristia. Os gestos e palavras de Jesus apontam-nos para o lugar onde se aprende a compaixão de Jesus pelas multidões, e se vive a partilha da vida de Jesus connosco. Ao celebrar a Eucaristia, somos lançados na aventura de dar continuidade ao sinal do repartir do pão, matando todas as “fomes” das multidões, não apenas as materiais, mas também as de cuidado e atenção, de acompanhamento e esperança, as “fomes” de amor, as “fomes” de Deus.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Um tesouro no qual vale a pena apostar tudo
16 de julho de 2026 | 17.º Domingo do Tempo Comum
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A propósito das parábolas que escutamos neste domingo, fica a memória de uma reflexão do Papa Francisco:
«Nos nossos dias, todos sabemos, a vida de algumas pessoas pode ser medíocre e monótona porque provavelmente não foram em busca de um verdadeiro tesouro: contentavam-se com coisas atraentes mas efémeras, com brilho cintilante mas ilusório porque depois deixam na escuridão. Ao contrário, a luz do Reino não é um fogo de artifício, é luz: o fogo de artifício dura apenas um instante, a luz do Reino acompanha-nos toda a vida.
«O Reino dos Céus é o oposto das coisas supérfluas que o mundo oferece, é o oposto de uma vida trivial: é um tesouro que renova a vida todos os dias e a expande para horizontes mais amplos. De facto, aqueles que encontraram este tesouro têm um coração criativo e investigador, que não repete, mas inventa, traça e segue novos caminhos, que nos levam a amar a Deus, a amar os outros, a amar verdadeiramente a nós próprios. O sinal daqueles que caminham por esta vereda do Reino é a criatividade, procurando sempre mais. E criatividade é aquela que ganha a vida e dá vida, dá, dá, dá e dá... Sempre à procura de tantas formas diferentes de dar a vida.
«Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de se sentir comprometido com a aventura da santidade.»
Papa Francisco, Angelus 26-07-2020
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A propósito das parábolas que escutamos neste domingo, fica a memória de uma reflexão do Papa Francisco:
«Nos nossos dias, todos sabemos, a vida de algumas pessoas pode ser medíocre e monótona porque provavelmente não foram em busca de um verdadeiro tesouro: contentavam-se com coisas atraentes mas efémeras, com brilho cintilante mas ilusório porque depois deixam na escuridão. Ao contrário, a luz do Reino não é um fogo de artifício, é luz: o fogo de artifício dura apenas um instante, a luz do Reino acompanha-nos toda a vida.
«O Reino dos Céus é o oposto das coisas supérfluas que o mundo oferece, é o oposto de uma vida trivial: é um tesouro que renova a vida todos os dias e a expande para horizontes mais amplos. De facto, aqueles que encontraram este tesouro têm um coração criativo e investigador, que não repete, mas inventa, traça e segue novos caminhos, que nos levam a amar a Deus, a amar os outros, a amar verdadeiramente a nós próprios. O sinal daqueles que caminham por esta vereda do Reino é a criatividade, procurando sempre mais. E criatividade é aquela que ganha a vida e dá vida, dá, dá, dá e dá... Sempre à procura de tantas formas diferentes de dar a vida.
«Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de se sentir comprometido com a aventura da santidade.»
Papa Francisco, Angelus 26-07-2020
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Trigo e joio, grão de mostarda e fermento... a sabedoria das parábolas
19 de julho de 2026 | 16.º Domingo do Tempo Comum
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Conselhos Económicos reunidos em formação
Os elementos dos Conselhos para os Assuntos Económicos das quatro paróquias da Unidade Pastoral 4, reuniram-se na noite de terça-feira, 14 de julho, na Vieira de Leiria, para terem, em conjunto, um momento de formação. Orientou o encontro o padre Cristiano Saraiva, Ecónomo Diocesano, que apresentou alguns dos pontos essenciais do Regulamento da Administração dos Bens da Igreja, na Diocese de Leiria-Fátima (RABI), decretado pelo Bispo diocesano, em vigor desde janeiro de 2025.
A formação centrou-se essencialmente nos capítulos sobre a Administração dos bens nas Paróquias, clarificando a relação entre as diversas Comissões Administrativas e o Conselho Económico, o Fundo Económico Paroquial, os diversos procedimentos necessários na relação com o Estado e a Diocese, a questão dos estipêndios de Missa, as Festas religiosas, entre outros pontos de interesse para uma boa e transparente gestão dos bens da Igreja.
A formação deu a oportunidade para esclarecimento de dúvidas, e apontou para que, nas diversas paróquias da Unidade Pastoral (Amor, Carvide, Monte Real e Vieira), se adoptem procedimentos iguais , e de acordo como o que está regulamentado no RABI, nestas questões relacionadas com a administração dos bens.
A formação centrou-se essencialmente nos capítulos sobre a Administração dos bens nas Paróquias, clarificando a relação entre as diversas Comissões Administrativas e o Conselho Económico, o Fundo Económico Paroquial, os diversos procedimentos necessários na relação com o Estado e a Diocese, a questão dos estipêndios de Missa, as Festas religiosas, entre outros pontos de interesse para uma boa e transparente gestão dos bens da Igreja.
A formação deu a oportunidade para esclarecimento de dúvidas, e apontou para que, nas diversas paróquias da Unidade Pastoral (Amor, Carvide, Monte Real e Vieira), se adoptem procedimentos iguais , e de acordo como o que está regulamentado no RABI, nestas questões relacionadas com a administração dos bens.
sexta-feira, 10 de julho de 2026
A semente é lançada. Como é acolhida?
12 de julho de 2026 | 15.º Domingo do Tempo Comum
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente. Apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!
Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto. Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor.
Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente. Apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!
Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto. Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor.
Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Passo a passo, no caminho da Unidade
Nestes meses de Verão, em que as famílias mais aproveitam as férias das escolas para um tempo de saída e repouso, e as atividades, nas paróquias, ganham ritmos diferentes, é também tempo de programação para que o reinício aconteça bem, sem perder de vista os grandes desafios e os caminhos a percorrer para os atingir. Também na dinâmica da Unidade Pastoral, para que seja cada vez mais uma unidade o que se vive entre as paróquias de Amor, Carvide, Monte Real e Vieira, se foram dando alguns passos para esta programação, e outros vão continuar a ser dados.
Nos vários momentos de encontro, quer da Equipa dos Padres, quer na Equipa Coordenadora, se foi falando da necessidade de juntar as pessoas que coordenam os vários setores de pastoral: para se conhecerem, partilharem as suas experiências, perceberem os desafios comuns, caminhar para uma maior unidade. Foi nesse sentido que, após a reunião da Equipa Coordenadora da UP, a 17 de junho, em Monte Real, ficaram definidas alguns encontros. Já aconteceram dois: um, com os Secretariados Paroquiais da Catequese, das quatro paróquias, que aconteceu a 26 de junho, em Amor; outro, o das quatro Direções dos Agrupamentos de Escuteiros, também em Amor, no dia 2 de julho.
Para o tempo antes do início do novo ano pastoral, está ainda agendado o encontro para os Conselhos Económicos Paroquiais, que será na Vieira, a 14 de julho.
Depois, já no novo ano pastoral, haverá, na Vieira, a 16 de outubro, o encontro da Liturgia (com os Ministros Extraordinários da Comunhão, Zeladores, Leitores, Cantores, Sacristães...). E para o dia 25 de outubro, um domingo, está agendado o "Dia da Unidade Pastoral", em Monte Real.
Até lá, certamente que irão acontecer outros encontros, reuniões, partilhas... para que a Unidade se vá consolidando, passo a passo, acolhendo a identidade própria de cada Paróquia e de cada Movimento e Serviço, enriquecendo-nos com a riqueza da diversidade, crescendo na capacidade da partilha e colaboração, ajudando-nos a ser cada vez mais discípulos de Jesus, chamados a anunciar, viver, testemunhar, celebrar, tornar presente o Reino nesta porção do Povo de Deus que é a UP 4 nos Campos do Lis.
Nos vários momentos de encontro, quer da Equipa dos Padres, quer na Equipa Coordenadora, se foi falando da necessidade de juntar as pessoas que coordenam os vários setores de pastoral: para se conhecerem, partilharem as suas experiências, perceberem os desafios comuns, caminhar para uma maior unidade. Foi nesse sentido que, após a reunião da Equipa Coordenadora da UP, a 17 de junho, em Monte Real, ficaram definidas alguns encontros. Já aconteceram dois: um, com os Secretariados Paroquiais da Catequese, das quatro paróquias, que aconteceu a 26 de junho, em Amor; outro, o das quatro Direções dos Agrupamentos de Escuteiros, também em Amor, no dia 2 de julho.
Para o tempo antes do início do novo ano pastoral, está ainda agendado o encontro para os Conselhos Económicos Paroquiais, que será na Vieira, a 14 de julho.
Depois, já no novo ano pastoral, haverá, na Vieira, a 16 de outubro, o encontro da Liturgia (com os Ministros Extraordinários da Comunhão, Zeladores, Leitores, Cantores, Sacristães...). E para o dia 25 de outubro, um domingo, está agendado o "Dia da Unidade Pastoral", em Monte Real.
Até lá, certamente que irão acontecer outros encontros, reuniões, partilhas... para que a Unidade se vá consolidando, passo a passo, acolhendo a identidade própria de cada Paróquia e de cada Movimento e Serviço, enriquecendo-nos com a riqueza da diversidade, crescendo na capacidade da partilha e colaboração, ajudando-nos a ser cada vez mais discípulos de Jesus, chamados a anunciar, viver, testemunhar, celebrar, tornar presente o Reino nesta porção do Povo de Deus que é a UP 4 nos Campos do Lis.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Simplicidade, humildade, pequenez
5 de julho de 2026 | 14.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Encontro dos Catequistas da Paróquia
No domingo 28 de junho, os Catequistas da Paróquia de Amor tiveram o encontro de final de ano catequético. Depois da celebração da Missa, em Amor, às 9h, o grupo de cerca de 15 catequistas, dos três centro de Catequese da Paróquia, deslocou-se para Fátima, onde começou por visitar a "Casa das Candeias", com a possibilidade de descobrir o caminho e santidade percorrido pelos Pastorinhos, e aprofundar um pouco mais a mensagem de Fátima. Ainda durante a manhã, uma visita guiada ao Jardim Bíblico, ajudou a percorrer os lugares bíblicos, do Antigo e Novo Testamento. A primeira parte terminou com uma passagem pela igreja paroquial de Fátima, com paragem junto à Pia Batismal onde os Pastorinhos receberam o dom de se tornarem filhos de Deus, e o Sacrário junto ao qual tantas vezes rezaram ao "Jesus escondido".
Depois do almoço partilhado no salão paroquial de Fátima, e de algum tempo de convívio, o grupo seguiu em peregrinação a pé para a Ortiga. Uma caminhada descontraída, de convívio e contemplação, e também de oração, que culminou com a vista ao Santuário de Nossa Senhora da Ortiga e, por fim, um lanche partilhado. No final, a convicção de que valeu a pena, e de que há sempre tantas coisas para viver e descobrir, mesmo aqui tão perto.
Depois do almoço partilhado no salão paroquial de Fátima, e de algum tempo de convívio, o grupo seguiu em peregrinação a pé para a Ortiga. Uma caminhada descontraída, de convívio e contemplação, e também de oração, que culminou com a vista ao Santuário de Nossa Senhora da Ortiga e, por fim, um lanche partilhado. No final, a convicção de que valeu a pena, e de que há sempre tantas coisas para viver e descobrir, mesmo aqui tão perto.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Tudo a partir da Relação essencial
28 de junho de 2026 | 13.º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo centra-nos no essencial da nossa identidade de discípulos missionários: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir do encontro e relação essencial com Ele. O essencial da nossa fé é Ele, que nos conduz ao Pai e nos dá o seu Espírito.
Mesmo aquelas relações que são as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado em Jesus. As ações e opções da vida de cada dia só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus. Tudo ganha um sentido e luz nova quando iluminado pelo dom de Deus. Esse é o desafio: olhar os outros, olhar a nossa própria vida, olhar cada gesto através do olhar de Deus.
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O texto do Evangelho deste domingo centra-nos no essencial da nossa identidade de discípulos missionários: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir do encontro e relação essencial com Ele. O essencial da nossa fé é Ele, que nos conduz ao Pai e nos dá o seu Espírito.
Mesmo aquelas relações que são as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado em Jesus. As ações e opções da vida de cada dia só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus. Tudo ganha um sentido e luz nova quando iluminado pelo dom de Deus. Esse é o desafio: olhar os outros, olhar a nossa própria vida, olhar cada gesto através do olhar de Deus.
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